terça-feira, 30 de março de 2010

Associação Atlética Colatina


Nome: Associação Atlética Colatina
Fundação: 13 de maio de 1978
Estádio: Estádio Municipal Justiniano de Mello e Silva
Capacidade: 12.000 pessoas


A Associação Atlética Colatina era um clube brasileiro de futebol, da cidade de Colatina, no estado do Espírito Santo. Suas cores eram azul e branco. Sua maior glória foi a conquista do campeonato capixaba de 1990. Também teve participações nacionais, chegando até a disputar um brasileirão. Após disputar a série C do brasileiro de 1996, quando chegou a segunda fase, se afastou do futebol e nunca mais retornou.

Títulos

Campeonato Capixaba: 1990

Competições Nacionais

Copa do Brasil


1991 - 1ª fase

Campeonato Brasileiro da Série A:

1979 - 89° lugar (94 clubes participaram)

Campeonato Brasileiro da Série B:

1982 - 35° lugar (48 clubes participaram)
1989 - 93° lugar (96 clubes participaram)
1991 - 30° lugar (64 clubes participaram)

Campeonato Brasileiro da Série C:

1981 - 20° lugar (24 clubes participaram)
1990 - 11° lugar (30 clubes participaram)
1996 - 26° lugar (58 clubes participaram)

Ranking da CBF

Posição: 152º
Pontuação: 31 pontos

Sociedade Esportiva Matsubara


Nome: Sociedade Esportiva Matsubara
Mascote: Japonesinho
Fundação: 18 de dezembro de 1974
Estádio: Estádio Regional de Cambará
Capacidade: 16.000 pessoas
Presidente: Haruo Matsubara
Treinador: Devid

A Sociedade Esportiva Matsubara é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Cambará, no estado do Paraná.

Foi fundado em 18 de dezembro de 1974, por Sueo Matsubara. Sua melhor colocação no Campeonato Paranaense foi o vice-campeonato em 1976. Seu mascote é o Japonesinho.

Títulos

Categorias de Base

Campeonato Paranaense de Juniores (Sub-20): 7 vezes 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1987 e 1988
Copa Santiago de Futebol Juvenil (Sub-17): 1991.

Estaduais

Campeonato Paranaense - Série Prata Vice-Campeão: 1976.
Campeonato Brasileiro de Futebol- Série C 4° Colocado: 1992.

Ranking da CBF

Posição: 169º

Pontuação: 25 pontos

Centro Sportivo Capelense


Nome: Centro Sportivo Capelense
Alcunhas: Tri-Campeão
Mascote: Galo
Fundação: 4 de Abril de 1946
Estádio: Manoel Moreira
Capacidade: 8.000 pessoas
Presidente: Zé Cláudio
Treinador: Paulo Roberto

O Clube Sportivo Capelense é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Capela, em Alagoas. Ele disputa atualmente a 1ª divisão do Campeonato Alagoano de Futebol, sendo o 4ª clube que mais conquistou campeonatos estaduais, conquistando á divisão de elite 3 vezes (em 1959, 1962, 1989).

Ele ostenta uma grande rivalidade com o CRB,CSA, ASA, Penedense e o Ipanema, clubes antigos e tradicionais no estado chegando á decidir varias vezes o campeonato, e também com outros 2 clubes sediados em sua cidade o Canavieiro e o Capela.

História

O Centro Sportivo Capelense, fundado no dia 4 de abril de 1946, já foi o mais famoso clube do interior alagoano. Na época do Dr. Horácio Gomes, seu time era poderoso, e logo no primeiro ano que disputou o campeonato da divisão especial, em 1959, foi campeão com todos os méritos. Disputou o título com o CRB em uma melhor de três, e ganhou os dois jogos na categoria. A dose foi repetida em 1962 quando conquistou outro título de campeão disputando com o Estivadores. Na decisão ganhou o primeiro jogo e empatou o segundo.

Depois, apesar de estar sempre presente, não conseguiu repetir o bom desempenho dos anos anteriores. Como tantos outros clubes, terminou se afastando da competição oficial do futebol alagoano por motivos financeiros. No início dos anos oitenta, conseguiu retornar com altos e baixos. Somente em 1989 é que voltou a brilhar. O Capelense se sagrou campeão alagoano de forma indiscutível, depois de vencer os três turnos disputados.

Com o título de 1989, o clube ganhou o direito de participar da 2ª edição da Copa do Brasil, disputando duas partidas contra o Flamengo-RJ, mas não teve sucesso. Foi goleado duas vezes, por 5x1 na Gávea e por 4x0 jogando em Alagoas.

Logo depois, em 1991, resolveu mais uma vez se afastar do futebol profissional, voltando, somente em 2005, disputando a Segunda Divisão do Campeonato Alagoano.

Títulos

Campeonato Alagoano: 3 vezes 1959, 1962 e 1989
Vice-Campeonato Alagoano: 1965.
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2008.

Ranking da CBF

Posição: 230º
Pontuação: 6 pontos

América Futebol Clube (Amazonas)


Nome: América Futebol Clube (Amazonas)
Alcunhas: Mequinha
Mascote: Diabo
Fundação: 2 de agosto de 1939
Estádio: SESI
Presidente: Bruna Parente
Treinador: Sérgio Duarte

O América Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas. Suas cores são vermelho e branco.

História

O América foi fundado no dia 02 de agosto de 1939, dentro da família Teixeira, em Manaus. È um clube de pequena torcida, porém muito simpático perante todos os amazonenses e tradicionalmente um adversário difícil de ser batido pelos times considerados grandes, pois seus jogadores, imbuídos de muita dedicação (jogam mais por amor à camisa), dificultam o jogo contra um time poderoso. É quase sempre assim, visto que o “mequinha” já foi “zebra” diversas vezes durante décadas.

O América teve seus primórdios no Colégio Dom Bosco, no Centro de Manaus, na década de 30. No início, com garotos humildes, internos da referida instituição, demonstrando muita disposição em sempre jogar bem. Era a chance que teriam jogando o futebol com classe e dedicação. Com o passar dos anos, os irmãos Teixeira, souberam continuar o trabalho e levaram o América a primeira divisão da Antiga FADA (Federação Amazonense de Desportos Atléticos).

De 1951 a 1954, o América foi tetracampeão estadual. O clube possui um uniforme idêntico ao do América Carioca e sua sede localiza-se num aristocrático bairro da zona Centro-Sul de Manaus, o Parque 10 de Novembro. Realiza seus treinamentos no Centro Social Urbano do mesmo bairro, ou no campo do “Formigão” na Zona Centro_Oeste da capital amazonense. Possui seis títulos estaduais, 1951, 1952, 1953, 1954 (daí em seu hino citar que é tetracampeão), 1994 e 2009.

A equipe disputou o Brasileiro apenas em 1983, quando foi eliminado pelo Izabelense de Belém (PA). Na época a competição era chamada de Taça de Bronze, equivalente a Terceira Divisão.

História Recente

Em 2008 um grupo de empresários resolveu patrocinar o clube tradicional e passou a promover vários eventos com vistas a revitalizar o clube.
Em 2009, conquista o segundo turno do Campeonato Amazonense após empatar com o Fast Clube em 1 a 1. Posteriormente, acaba com um jejum de 15 anos sem títulos e conquista o Campeonato Amazonense de 2009 em cima do Nacional, empatando o primeiro jogo em 1 a 1 e vencendo o segundo jogo por 3 a 0. O título amazonense dá o direito ao América de disputar a Série D de 2010

Em 2010, o presidente do clube, Amadeu Teixeira, nomeia sua neta para presidir o clube entre os anos de 2010 e 2013, encerrando - se assim seu ciclo no clube.

Títulos

Estaduais

Campeonato Amazonense: 6 vezes 1951, 1952, 1953, 1954, 1994, 2009
Campeonato Amazonense - 2ª Divisão: 2 vezes 1960, 1962
Torneio Início: 4 vezes 1955, 1965, 1986, 1996
Vice-Campeonato Amazonense: 2 vezes 1978, 1988

Histórico em competições oficiais

Taça de Bronze: 1983.
Copa do Brasil: 2010.
Campeonato Brasileiro Série D: 2010
Campeonato Brasileiro série C: 1983

Curiosidades



  • O América manteve o mesmo treinador por de cinquenta anos: Amadeu Teixeira, substituído em 2006 por Artur Teixeira.


  • O América venceu o Campeonato Amazonense nos anos das maiores enchentes dos rios da Amazônia: 1953 e 2009.

Ranking da CBF

Posição: 343º
Pontuação: 1 ponto

Alagoinhas Atlético Clube


Nome: Alagoinhas Atlético Clube
Alcunhas: Carcará, Alagoinhas
Mascote: Carcará
Fundação: 2 de abril de 1970
Estádio: Carneirão
Capacidade: 12.000
Presidente: Albino Leite


O Alagoinhas Atlético Clube ou Atlético de Alagoinhas é um clube de futebol baiano com sede em Alagoinhas, no estado da Bahia, Região Nordeste do Brasil.

Fundação

Após análises dos sucessivos sucessos dos campeonatos de futebol amador da cidade de Alagoinhas, em que destacavam-se o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, e das participações da Seleção Alagoinhense nos campeonatos intermunicipais de seleções, com a inauguração do Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro (Estádio Antônio Carneiro - o Carneirão), os desportistas de Alagoinhas, resolveram fundar e inscrever um clube para disputa do Campeonato Baiano de Futebol. Como o clubismo era muito grande, foi consenso a fundação de um outro clube que não os já existentes, daí o Alagoinhas Atlético Clube, fundado em 2 de abril de 1970.

O Alagoinhas Atlético Clube nasceu abençoado por Deus. Praticamente, fora criado dentro de uma Igreja. Seu primeiro sinal de vida foi dado durante uma reunião, nos últimos dias de março/1970, na Igreja de Santo Antonio. O dentista Walter Robatto Campos, o radialista Antonio Pondé, o funcionário municipal Valdo de Souza, o motorista Osmário Almeida e o Frei Virginio de Boavaita. Daí o projeto ganhou novas e importantes adesões, tornando-se realidade.

Escudo e Bandeira

Sócio fundador, conselheiro e torcedor apaixonado, Saturnino Peixoto Pinto, concentrou seu poder de imaginação para criar o escudo do Atlético, clube de seu coração e, explicando seu significado:“O escudo é de forma circular e sua periferia é contornada por uma roda dentada em esmalte sable (preto), significando pela forma, o trabalho e, pela cor, a prudência e o poder. Segue-se a faixa concêntrica em metal prata (brancol), significando pureza e paz, Nessa faixa está colocada a legenda Alagoinhas Atlético Clube, sendo separada por três estrelas que representam os elementos da natureza: Terra, Água e Ar. O círculo central, em esmalte galês (vermelho), significa soberania e luta e nele está localizada as letras “A A C”, de traçado concêntrico e em metal prata (branco)".


Símbolo e Mascote

Para a festa que a cidade de Alagoinhas preparou para inauguração do Estádio do Carneirão em 24 de janeiro de 1971, com o jogo Bahia 3 x 1 Corinthians Paulista (que tinha como principal atração o tri-campeão mundial de futebol, Roberto Rivelino), foi reservado a emoção de naquele dia, ver nascer o símbolo do Atlético “o Carcará”.


O “pai da ideia” foi o desportista, conselheiro, sócio fundador e torcedor apaixonado, Heraldo Aragão. Com outros desportistas; Edvalson Lima e Walter Campos, sentiram a necessidade de criarem um fato que lembrasse o Atlético, nesse evento, que seria a invenção do símbolo do clube. O Radialista Antonio Pondé, visualizou (um boneco, com a cabeça em forma de laranja, para ser o mascote, o que não vingou. Na época, havia um feirante que vendia folhas medicinais que possuía um pássaro, o carcará, que fora lembrado por Heraldo e, procurando-o, combinou para no dia dessa festa, levasse seu pássaro para o estádio e desse uma exibição diante da torcida. Foi uma sensação, mas diante de tanta gente, o animal ficou assustado e, bateu asas sumindo, levando o dono ao desespero, pela perda, vindo a cobrar do “pai da idéia”, a quantia de 50 mil cruzeiros, de indenização. Mas felizmente o pássaro voltou, para alegria não só do dono, como também, de Heraldo Aragão que seria obrigado a desembolsar tal quantia.
A partir daí, o Carcará, já consagrado, passou a ser o símbolo do Atlético.
Nota – O Carcará:Ave de Rapina – Espécie de águia que vive no Nordeste do Brasil. Ave de bico forte e adunco, com fortes garras.

Torcidas Organizadas

Nação Carcará - Fundada em 1º de janeiro de 2008, Formada por um grupo de jovens com o objetivo de ajudar o Atlético dentro e fora de campo.
Jovem Coral - Fundada pelos torcedores Gilberto Araújo e Almiro Abade.
Coamor - Fundada pelo torcedor José Carlos Santana
Fiel Carcará – Fundada pelo torcedor Vivaldo Queiroz Bastos
Força Jovem - Fundada pelo torcedor Carlos José Calmon Bacelar

Estreia e Trajetória

Ingresso no Campeonato Baiano

Com a documentação em dia, diretoria já constituída, com o time formado e o Estádio Antonio Carneiro (o Carneirão), pronto, só faltava disputar o campeonato baiano de profissionais.
A diretoria do Atlético fora à Federação Baiana de Futebol para convencer ao então interventor, Dr. Cícero Bahia Dantas, à inclusão no campeonato. Mesmo não garantindo, prometeu lutar, alegando as qualidades do Estádio do Carneirão, que era um dos melhores do estado. Não deu tempo em atender a reivindicação por Ter sido substituído pelo Dr. Jorge Radel que deu a triste notícia: “o Atlético não deverá participar do campeonato de 71, os novos estatutos não permitem”.


Com o prestígio do então Prefeito de Alagoinhas, Dr. Murilo Cavalcante, que levou a Diretoria ao Governador do Estado, Dr. Luiz Viana Filho, para exporem a situação, veio o sinal verde, após interferir junto a FBF.

A Estreia

A primeira partida amistosa, disputada pelo Atlético, foi em 30 de janeiro de 1971, num jogo amistoso, no Estádio do Carneirão, contra o Fluminense de Feira de Santana, em que fora vencido pelo placar de 1 x 0.


A primeira partida oficial, válida pelo Campeonato Baiano/71, foi no dia 11 de abril de 1971, também no Carneirão, contra o Leônico, em que o Atlético venceu pelo escore de 2 x 1. O primeiro gol surgiu aos 37 minutos da fase inicial, quando Dida recebeu um lançamento de Olívio, driblou dois zagueiros e da entrada da grande área, chutou no ângulo esquerdo do goleiro “adversário”, sem chance de defesa. Alegria total nas arquibancadas, era gol do Atlético. No segundo tempo, o Leônico voltou ameaçador empatando aos 18 minutos, emudecendo por completo a plateia que lotava o estádio. Mas, houve uma reação, jogando melhor e, aos 43 minutos, Dida aproveitando a cobrança de um escanteio, pela direita, fez um bonito gol, levando a torcida ao delírio e, um carnaval tomou conta da cidade. Era o Atlético ingressando do pé direito no cenário esportivo profissional.

A escalação do time A escalação do time naquele dia foi:

Bruno
Zezinho
Gaguiho
Ênio
Chico
Olívio
Biriguda (Dilson)
Dida
Mário
Luciano
Técnico: Antônio Conceição

Títulos

Estaduais

Vice-Campeonato Baiano: 1973.
Vice-Campeonato Baiano da Segunda Divisão: 1993 e 1998.

Categorias de Base

Campeonato Baiano Sub-20 (Juniores): 1982.
Copa Gazetinha Infanto-Juvenil: 1999.
IV Copa Interestadual Nordestina Sub-20: 2001.

Ranking da CBF

Posição: 148º
Pontuação: 32 pontos

Atlético Clube Paranavaí


Nome: Atlético Clube Paranavaí
Alcunhas: Vermelhinho do fim da linha, ACP
Mascote: Diabinho
Fundação: 14 de Março de 1946
Estádio: Felipão
Capacidade: 25.000 pessoas
Presidente: Nivaldo Aparecido Mazzin
Treinador: Itamar Bernardes

O Atlético Clube Paranavaí é um clube de futebol brasileiro da cidade de Paranavaí no Paraná.

História

O Atlético Clube Paranavaí um dos clubes mais tradicionais do interior e do Paraná , retornou à Primeira Divisão do Campeonato Paranaense em 2003, foi fundado em 14 de Março de 1946, mas passou a maior parte de sua história na Segunda Divisão estadual, ou mesmo licenciado, quando em certos períodos foi substituído por outros clubes da cidade.

O Atlético Clube Paranavaí exerce o mando de jogo no estádio Waldemiro Wagner, o Felipão, de propriedade do município de Paranavaí e com capacidade para 25.000 pessoas. A arquitetura do estádio é uma réplica do Coliseum, de Los Angeles, e foi inaugurado pela Seleção Brasileira, em 1992, quando o Brasil derrotou a Costa Rica por 4 a 2.

Em 2003, com um time que teve como base jogadores rodados no interior paranaense, como o meia Júlio e os atacantes Neizinho e Aléssio, o ACP foi o vice-campeão paranaense, perdendo apenas um jogo durante toda a campanha: o último, por 2 a 0, para o Coritiba, no Couto Pereira. No dia seguinte à derrota na capital, Paranavaí recebeu o ACP como se a equipe tivesse erguido o troféu, como reconhecimento pela heróica campanha.

Em 2007, conquistou o primeiro título estadual da primeira divisão, após empatar sem gols com o Paraná Clube, na Vila Capanema. Esse título foi o primeiro de uma equipe do interior do estado sobre uma equipe da capital desde que o ADAP/Galo Maringá, na época Grêmio Maringá, sagrou-se campeão, em 1977, sobre o Coritiba. O ACP tornou-se o primeiro clube do interior a derrotar o "trio-de-ferro" composto por Atlético Paranaense, Coritiba e Paraná cinco vezes numa só temporada, e ainda não perder nenhum jogo sequer, façanha não superada por nenhum outro time do interior.

Títulos

Estaduais

Campeonato Paranaense: 2007.
Vice-Campeonato Paranaense: 2003.
Campeonato Paranaense - Série Prata: 3 vezes 1967, 1983 e 1992

Outras Conquistas

Campeonato do Interior: 2 vezes 2003 e 2007

Estádio

Estádio: Municipal Dr. Waldemiro Wagner Felipão

Propriedade: Prefeitura de Paranavaí (utilizado pelo ACP desde 1993)

Inauguração: 23 de setembro de 1992

Capacidade: 25.000 mil lugares

Recorde: 23.725 (Paranavaí 1x0 Paraná), 1º Jogo da Final em 29 de abril de 2007.


O Estádio Municipal Dr. Waldemiro Wagner, mais conhecido como Felipão, é um estádio de futebol localizado em Paranavaí no estado do Paraná, tem capacidade para cerca de 25.000 pessoas. A inauguração foi em um jogo da Seleção Brasileira de Futebol, em amistoso contra a Costa Rica, vencido pelo Brasil por 4x2, desde então, é usado pela equipe da casa o ACP. O estádio é conhecido pela enorme pressão da torcida do AC Paranavaí, ja que a arquibancada é bem próxima ao campo de jogo. Com isso, mesmo para os times da capital Paranaense, fica dificil vencer o Paranavaí dentro de seu estádio.

Curiosidades


  • O apelido do estádio municipal de Paranavaí não é uma homenagem ao técnico da Seleção Brasileira pentacampeã, Luís Felipe Scolari, mas sim ao ex-prefeito Rubens Felipe, o Felipão, que ergueu a obra em sua gestão. Antes, a área era ocupada por uma cratera provocada pela erosão.

  • O Paranavaí já participou de três torneios nacionais: a Taça de Bronze, em 1981, a Série C do Brasileiro, em 1998 e 2007, e a Copa do Brasil em 2004 e em 2008.

  • A maior goleada aplicada pelo Paranavaí no Felipão aconteceu em outubro de 1992, quando a equipe local venceu o Umuarama por 7x2.

  • A Prefeitura de Paranavaí espera até hoje a oportunidade de entregar uma placa comemorativa ao ex-jogador Raí, por ter sido ele o autor do primeiro gol marcado no Felipão. Foi no amistoso em que a seleção do Brasil derrotou a da Costa Rica por 4 x 2, no dia 23 de setembro de 1992. O presente segue guardado na sede do governo municipal e é um troféu.

  • Na campanha do vice-campeonato paranaense de 2003, o Paranavaí chegou à última partida invicto, assim como o adversário, o Coritiba, que venceu por 2 x 0 e ficou com o título.

    ÍDOLOS

  • Vanderlei = Grande Goleiro Atualmente no Coritiba;

  • Ednilson = Atacante que muito ajudou o "ACP" em 2007" = Atualmente no Iraty;

  • Marcelo Peabiru.
Ranking da CBF
Posição: 184º
Pontuação: 15 pontos

segunda-feira, 29 de março de 2010

Tupi Football Club


Nome: Tupi Football Club
Alcunhas: Galo, Galo-carijó, Hooligans do interior
Mascote: Galo Carijó
Fundação: 26 de maio de 1912
Estádio: Mario Helênio
Capacidade: 35.000
Presidente: Áureo Carneiro Fortuna
Treinador: Leonardo Condé

Tupi Football Club é uma agremiação esportiva da cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais, fundada a 26 de maio de 1912.

História

O Tupi foi fundado no dia 26 de maio de 1912, por dissidentes daquele que seria futuramente seu maior rival: o Tupynambás Futebol Clube.

Fantasma do Mineirão

No final do ano de 1965, o Cruzeiro conquistou o título do Campeonato Mineiro, e o Tupi teve uma de suas piores campanhas, ficando em último lugar no Campeonato de Juiz de Fora. Em janeiro de 1966, o Tupi convidou o Cruzeiro para um jogo em Juiz de Fora e, com seu time renovado, venceu o jogo por 3 a 2, derrotando a famosa equipe de Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Piazza, Natal, dentre outros craques.

O Tupi foi então convidado a jogar com o Atlético, no Mineirão, vencendo novamente um time da capital. Desta vez, por 2x1 (dois a um) sobre o Atlético, que era dirigido por Paulo Amaral.
Um novo desafio foi feito pelo América Mineiro, dirigido por Yustrick. Mas, uma nova vitória do Tupi por 2x1 (dois a um) foi o que aconteceu. O Cruzeiro pediu uma revanche do jogo realizado, afirmando que, no Mineirão, iria arrasar com o Tupi. Nova vitória do Tupi por 2x1 (dois a um) fez todo o Brasil falar naquela equipe, que acabou sendo convidada para treinar com a Seleção Brasileira de Futebol, liderada por Pelé e Garrincha em Caxambu, quando empatou em 1x1 (um a um). O técnico do Tupi, Geraldo Magela Tavares/Magela, lembra a escalação do time responsável por grandes façanhas em 1966: Waldir; Manoel, Dario Mendes, Murilo e Walter. França e Mauro. João Pires, Toledo, Vicente e Eurico.

Após cair para o Módulo II do Campeonato Mineiro em 2004, o Tupi conseguiu subir novamente para a Primeira Divisão mineira em 2006. Gerido pela Organização Panorama de Comunicação (OP.COM) o clube conseguiu se firmar no decorrer do campeonato. Nesse ano, no campeonato do Módulo II, o Tupi terminou como vice-campeão, conseguindo o acesso à Primeira Divisão (Módulo I) em 2007 juntamente ao campeão, o Rio Branco (Andradas).

O time não teve uma boa participação na Taça MG daquele ano, mas um fato chamou a atenção: a quase-contratação do atacante Romário, que não pôde se concretizar graças à uma lei da FIFA.
Em 2007, o Tupi obteve a quarta colocação do Campeonato Mineiro, conquistando o direito de participar da Série C do campeonato nacional. Recentemente, foi vice-campeão da Taça Minas Gerais, perdendo a final para o Ituiutaba.

Após o campeonato mineiro, a Organização Panorama de Comunicação (OP.COM) deixou a gerência do clube.
Em 2008, O Tupi obteve a terceira colocação do Campeonato Mineiro e foi o "Campeão Mineiro do Interior". Na Série C o time foi eliminado na 1ª Fase com 39% de aproveitamento, terminando o campeonato na 45ª Colocação (63 equipes participaram).

Ainda em 2008, o Tupi venceu a Taça Minas Gerais contra o América, com uma vitória por 3 a 1, em plena Belo Horizonte, e uma derrota por 2 a 1, dentro de Juiz de Fora, sagrando-se o campeão da competição e garantindo vaga na série D do Campeonato Brasileiro de 2009.

Manda as suas partidas no Estádio Municipal Radialista Mario Helênio, que tem capacidade para 35.000 pessoas.

Títulos

Estaduais

Campeonato Mineiro Módulo II: 2001.
Taça Minas Gerais: 2008.

Outras Conquistas

Campeão do Interior de Minas Gerais: 5 vezes — 1975, 1985, 1987, 2003 e 2008.
Campeonato Citadino de Juiz de Fora: 23 vezes — 1921, 1923, 1926, 1929, 1933, 1935, 1936, 1937, 1940, 1941, 1944, 1945, 1947, 1948, 1951, 1952, 1954, 1958, 1963, 1965, 1969, 1977, 1978.
Torneio Início da Liga de Juiz de Fora: 17 vezes — 1922, 1924, 1926, 1928, 1933, 1936, 1946, 1947, 1948, 1952, 1953, 1954, 1955, 1957, 1963, 1964, 1967.
Torneio de Integração Regional: 1975.

Ranking da CBF

Posição: 106º
Pontuação: 80 pontos

Torcidas Organizadas


  • Tribo Carijó

  • Império Alvinegro

  • Tupirados

RS Futebol Clube


Nome: RS Futebol Clube
Alcunhas: RS
Fundação: 1º de janeiro de 2001
Estádio: Morada dos Quero-Queros
Capacidade: 2.000 pessoas
Presidente: Fabiano Carpeggiani
Competição: Licenciado

O RS Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Alvorada, no Estado do Rio Grande do Sul. Hoje chama-se Pedra Branca Futebol Clube.


O clube pertenceu ao ex-jogador e treinador Paulo César Carpeggiani. Como Pedra Branca Futebol Clube seu dono é o empresário Valdir de Oliveira Silveira, conhecido como Foguinho. Atualmente, disputa apenas competições das categorias de base. O time ganhou um certo destaque ao revelar os zagueiros Thiago Silva, do Milan e Naldo, do Werder Bremen, ambos da Seleção Brasileira. Após a passagem pelo RS, os dois se transferiram para o Juventude de Caxias do Sul, onde ganharam reconhecimento nacional, e hoje atuam em grandes clubes europeus.

Títulos

Campeonato Gaúcho - 3ª Divisão: 2002.

Sport Club Corinthians Alagoano


Nome: Sport Club Corinthians Alagoano
Alcunhas: Timão da Serraria, Tricolor da via expressa
Fundação: 4 de abril de 1991
Estádio: Nelson Peixoto Feijó
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: João Feijó
Treinador: Wanderley Paiva


O Sport Club Corinthians Alagoano é um clube de futebol brasileiro da cidade de Maceió, capital do Estado de Alagoas.

História

O Corinthians Alagoano foi fundado no ano de 1991. Suas cores são branco, preto e vermelho.
Em 1995, o clube participou do Campeonato Alagoano da 2ª Divisão, sagrando-se campeão invicto. Após a conquista, o Corinthians abriu mão da vaga para "elite alagoana", para tornar-se novamente campeão alagoano invicto da 2ª Divisão em 1997.

Em 2002, ao bater o Palmeiras do Nordeste, o Corinthians conquistou o 1º Torneio Seletivo para a Copa do Nordeste, que seria disputada no ano seguinte, sem o aval da CBF. No primeiro jogo das finais, dia 5 de agosto, vitória corinthiana sobre o alvi-verde baiano por 4x0, em partida disputada no Estádio Presidente Médici, em Sergipe. Os gols da partida foram marcados por Leandro, Rodrigo, Édson Baiano e Luciano. Na partida decisiva do dia 7 de agosto, no Nelsão da Via Expressa, o empate sem gols com o Palmeiras do Nordeste garantiu ao tricolor a vaga na principal competição entre clubes do Nordeste.

O Corinthians alcançaria o seu maior título no ano de 2004, quando conquistou pela primeira vez o Campeonato Alagoano da 1ª Divisão. No ano de 2007 mesmo com uma ótima campanha, foi superado pelo A. A. Coruripe, e ficou com o vice-campeonato alagoano e as vagas na série C 2007 do campeonato brasileiro (desistiu de participar, deixando a vaga para o ASA e na Copa do Brasil 2008, avançando até as quartas-de-final. Em 2009 foi novamente vice-campeão alagoano, garantindo a vaga alagoana para a Série D 2009

Títulos

Estaduais

Campeonato Alagoano: 2004.
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2 vezes 1995 e 1997

Outras Conquistas

Torneio Seletivo para a Copa do Nordeste 2003: 2002.

Categorias de base

Campeonato Alagoano Sub-20: 2005.

Ranking da CBF

Posição: 164º
Pontuação: 26 pontos

Agremiação Sportiva Arapiraquense


Nome: Agremiação Sportiva Arapiraquense
Alcunhas: Alvi-Negro, Asa Gigante
Mascote: Fantasma
Fundação: 25 de setembro de 1952
Estádio: Coaracy da Mata Fonseca
Capacidade: 13.000 pessoas
Presidente: José dos Santos
Treinador: José Luiz Mauro (Vica)

A Agremiação Sportiva Arapiraquense ou ASA é um clube brasileiro de futebol, da segunda maior cidade do estado de Alagoas, Arapiraca. É o clube que mais conquistou títulos em Alagoas no Século XXI.

História

Ano 1951, o prefeito de Arapiraca era o Dr. Coaracy da Mata Fonseca. A cidade começava a progredir. A empresa Camilo Colier construía a estrada de ferro, exigindo grande mão-de-obra do povo arapiraquense.

Nos dias de folga, os trabalhadores procuravam o futebol como forma de lazer. E requisitaram aos donos da Camilo Colier a criação de um campo de futebol. O primeiro time formado pelos funcionários foi nomeado Ferroviário e apresentava as cores preto e branco.

O ponto de encontro dos arapirquenses nas tardes de domingo passou então a ser o Campo da Estação. Com a conclusão da estrada de ferro, o Ferroviário foi desativado. Inconformados com o fim do futebol na cidade, empresários e autoridades reuniram-se e, no dia 25 de setembro de 1952, a Associação Sportiva Arapiraquense era fundada, tendo como primeiro presidente o Sr. Antônio Pereira Rocha.

Em 1953, o ASA participa pela primeira vez Campeonato Alagoano. E foi o campeão, apesar da conquista só ter sido reconhecido pela Federação Alagoana de Futebol em 1998, por iniciativa direta do Dr. José Pereira Neto.

Em 1977, o ASA passa a chamar-se Agremiação Sportiva Arapiraquense. A boa participação no Campeonato Brasileiro de 1979, quando terminou na quadragesima colocação entre 94 clubes participantes, fez com que o ASA ficasse conhecido nacionalmente como o "Fantasma das Alagoas".

O clube passou por drástica crise de identidade no ano de 1982, ao ter suas cores alteradas para vermelho e verde. Mas essa mudança pouco durou e o ASA voltou, pouco tempo depois, a ser "alvinegro".

Em 2000, após quase 47 anos sem ganhar um campeonato, sagrou-se campeão alagoano. O longo tempo de jejum foi compensado: o ASA conquistou os títulos de 2001, 2003, 2005 e 2009, proclamando-se o "maior vencedor do futebol alagoano neste século".

Histórico em competições oficiais

O ASA conta com participações em várias competições, entre elas o Campeonato Alagoano da 1ª Divisão, a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro da Série C e a Copa Alagoas Sub-20.

A maior façanha da história do ASA foi eliminar o Palmeiras-SP em pleno Parque Antártica, mesmo tendo perdido por 2 a 1, seguiu em frente na Copa do Brasil 2002 por critérios de desempate, pois venceu por 1 a 0 em casa.

Em 2010 o ASA irá disputar a Série B do Campeonato Brasileiro, subindo de divisão junto com o Icasa, o Guaratinguetá e o América Mineiro, tendo se sagrado vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série C de 2009.

Títulos

Regionais

Copa Alagipe: 2005

Estaduais

Campeonato Alagoano: 6 vezes 1953, 2000, 2001, 2003, 2005 e 2009
Vice-Campeonato Alagoano: 5 vezes 1967, 1970, 1979, 1991 e 2008.

Nacionais

Vice-Campeonato - Campeonato Brasileiro Série C: 2009.

Ranking da CBF

Posição: 102º
Pontuação: 91 pontos

Uniforme

Camisa com listras verticais pretas e brancas, calção preto e meias brancas. O uniforme 2009 do ASA é fabricado pela Tronadon e é patrocinado pelas empresas:Lupo, Carajás Construções, Coringa, Unimed e prefeitura de Arapiraca.

Rivalidade

O ASA faz, junto com o CSE, da cidade de Palmeira dos Índios a maior rivalidade do futebol do interior de Alagoas. E tambem tem uma grande rivalidade com o CRB de Maceió.

Torcidas Organizadas


  • Mancha rosa choque

  • Apaixonasa

  • Fantasa

  • Matutasa

  • ASA Meu Único Time

  • ASA Choop
  • Grande ASA

  • Alarmasa

Associação Chapecoense de Futebol


Nome: Associação Chapecoense de Futebol
Alcunhas: Verdão, Furacão do Oeste
Mascote: Índio
Fundação: 10 de maio de 1973
Estádio: Arena Condá
Capacidade: 16.000
Presidente: Nei Roque Mohr
Treinador: Guilherme Macuglia

A Associação Chapecoense de Futebol é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Chapecó, no estado de Santa Catarina.

História

O clube surgiu em uma época em que o futebol amador em Chapecó estava adormecido. O município não dispunha mais de clubes como o Atlético Clube Chapecó, o Independente Futebol Clube, o Grêmio Esportivo Comercial, o Guairacá Futebol Clube, entre outros. Alguns desportistas estavam decididos a reativar o futebol em Chapecó, fundando um novo clube. Até que no dia 10 de maio de 1973, na loja de confecção de Heitor Pasqualotto, localizada na avenida Getúlio Vargas, ele e mais Alvadir Pelisser e Altair Zanella, torcedores do Independente, e Lorário Immich e Vicente Delai, fãs do Atlético Chapecó, resolvem propor a fusão dos dois antigos clubes. Assim nasceu a Associação Chapecoense de Futebol.

O primeiro título estadual veio em 1977, com a vitória sobre o Avaí por 1 a 0. Esta conquista proporcionou que em 1978 e 1979, a Chapecoense disputasse o Campeonato Brasileiro da Série A, ficando na 51ª e 93ª posições, respectivamente.

A Chapecoense conquistou o bicampeonato catarinense em 1978 ganhando do Joinville, mas o título só durou um mês. Em uma manobra da justiça, retiraram o título da Chapecoense e deram para o Joinville.

Em 1991 o bicampeonato escapou novamente diante do Criciúma, quando a equipe perdeu por 1 a 0 a final no Heriberto Hülse.

Em 1995 a Chapecoense vence o Criciúma por 4 a 1 no primeiro jogo da final no Estádio Regional Índio Condá. O jogo de volta no Heriberto Hülse foi polêmico e confuso, com a Chapecoense tendo três jogadores expulsos e o Criciúma tendo 2 jogadores expulsos e levando 7 cartões amarelos. No tempo normal, derrota por 1 a 0 e na prorogação empate em 0 a 0. Como o regulamento não considerava saldo de gol, o Criciúma ficou novamente com o título.

Porém, a Chapecoense conquistou o bicampeonato em 1996, derrotando na grande final o Joinville. Foram 26 jogos, com 15 vitórias, seis empates e somente cinco derrotas. Na final, a Chapecoense perdeu a primeira partida por 2 a 0 em Joinville, no dia 6 de julho. No jogo da volta, o Joinville recusou-se a entrar em campo, alegando falta de segurança. O título só foi definido em 18 de dezembro, quando ao Verdão venceu por 1 a 0 no tempo normal, e novamente por 1 a 0 na prorrogação.

Porém, nos anos posteriores a Chapecoense passou por uma grande crise. O auge foi no Campeonato Catarinense de 2001, quando a equipe ficou na última colocação e teve que disputar uma seletiva no ano seguinte para poder voltar à elite do futebol catarinense. A final da seletiva foi contra o Kindermann, de Caçador. O empate por 1 a 1 no tempo normal e 1 a 1 na prorrogação deram o acesso a Chapecoense.

Em 2003, por causa de dívidas irresgatáveis, a Associação Chapecoense de Futebol passou a chamar-se Associação Chapecoense Kindermann/Mastervet. O clube usou um velho artifício, amparado pela legislação brasileira, de mudança de personalidade jurídica. Preservou-se a identidade do futebol como produto mercadológico. Além disso, o "novo" clube livrou-se das dívidas monstruosas acumuladas ao longo dos anos. A parceria durou só até 2004, mas foi a base para o ressurgimento da Chapecoense no cenário estadual.

Após novos tropeços em 2005, uma nova direção, comandada por diversos empresários do município, assumiu a Chapecoense com o objetivo de reerguer o clube. Em 2006, com Agenor Piccinin novamente no comando técnico, o Verdão conquistou no segundo semestre a Copa Santa Catarina, preparando o time para o ano seguinte.

E em 2007, mesmo novamente desacreditada, a Chapecoense voltou a conquistar o Campeonato Catarinense. Com uma campanha irrepreensível, o time chegou a final contra o Criciúma, vencendo o jogo de ida por 1 a 0 e empatando em 2 a 2 na cidade de Criciúma, levando seu terceiro título estadual.

Títulos


Estaduais

Campeonato Catarinense: 3 vezes — 1977, 1996 e 2007.
Copa Santa Catarina: 2006.
Taça Santa Catarina: 1979.
Taça Plínio Arlindo De Nes: 1995.
Vice-Campeonato Catarinense: 4 vezes — 1978, 1991, 1995 e 2009.
Vice-campeonato da Copa Santa Catarina: 1996.
Taça Plínio Arlindo De Nes: 1995.


Torneios Internacionais

Copa da Paz: 2005.

Torneios Nacionais

Torneio Cidade de São Gabriel (RS): 2005.

Série D 2009

Após o término do Campeonato Catarinense de Futebol a Chapecoense inicia o preparo para a Série D do Campeonato Brasileiro. Com algumas contratações e vendas a Chapecoense chega ao início do campeonato como a favorita do Grupo A9 que contavam com os times de Londrina, Ypiranga e Naviraiense além da propria Chapecoense.

A estreia foi fora de casa contra o Ypiranga em Erechim (RS), o jogo terminou em 0x0. O jogo de estreia em casa foi contra o Londrina, com cerca de 3.000 pessoas no estádio o time venceu por 2x0. Viagem longa para Naviraí (MS) e vitória estrondosa por 3x0 fora de casa e 1° lugar no grupo. A Naviraiense veio a Chapecó e mais uma vez foi derrotada por 3x0 e o jogo nem chegou a terminar pois a Naviraiense teve 4 expulsos e um contundido, como já tinha feito as 3 substituições o jogo terminou aos 25° minutos do 2° tempo. A Chapecoense já estava classificada à 2° fase quando perdeu de 2x1 para o Londrina fora de casa. No último jogo da 1° fase o Ypiranga visita a Chapecoense precisando ganhar para se classificar e a Chapecoense só precisava de um empate para se garantir em 1° no grupo. O jogo foi truncado e debaixo de chuva, mesmo assim a torcida verde e branca compareceu em quase 4.000 pessoas dando um show de alegria para todo o Brasil. O jogo terminou em 4x3 para a Chapecoense dando o 1° lugar ao time e a eliminação ao time de Erechim pois o Londrina havia ganhado da Naviraiense. A Chapecoense enfrentaria o Corinthians Paranaense na segunda fase.

O time foi para Curitiba e fez o se dever excepionalmente ganhando do Corinthians de 3x0 deixando assim uma folga para o 2° jogo ja em casa. No jogo em casa a Chapecoense somente adiministrou o 1° resultado e empatou o jogo em 0x0 para se classificar e pegar novamente o Londrina que ganhou do São José-POA e se classificou.

Com a classificação assegurada em cima do Londrina, a Chapecoense pegou o Araguaia, tendo que viajar mais de 25 horas para jogar contra o Araguaia na cidade de mesmo nome, o time venceu por 2x1. No jogo em casa o time perde a invencibilidade pela derrota de 1x0 debaixo de muita chuva, mesmo assim se classificando por causa do gol fora de casa.

Na próxima fase ocorre o jogo histórico de Macaé e Chapecoense no Maracanã, que antecedeu o Fla-Flu do 2º turno do Brasileirão 2009 onde o time perdeu pro Macaé de 2x0. No jogo de volta venceu pelo placar de 3x2 mas não se classificou.

Ranking CBF


Colocação: 114º lugar
Pontuação: 63 pontos

Volta Redonda Futebol Clube


Nome: Volta Redonda Futebol Clube
Alcunhas: Voltaço, Tricolor-de-Aço, Esquadrão-de-Aço
Mascote: Jaguatirica
Fundação: 9 de fevereiro de 1976
Estádio: Raulino de Oliveira
Capacidade: 20.000 pessoas
Presidente: Rogério Loureiro
Treinador: Tita

Volta Redonda Futebol Clube é uma agremiação esportiva, sediada na cidade de Volta Redonda no Sul do estado do Rio de Janeiro, fundada a 9 de fevereiro de 1976.

História

Seus maiores feitos foram o vice-campeonato do Estado do Rio de Janeiro em 2005, qualificando-se para a final após conquistar a Taça Guanabara, perdendo o título para o Fluminense, com 70.830 torcedores (63.762 pagantes) lotando o Maracanã, além do Vice-campeonato Brasileiro da Série C, em 1995, quando perdeu o título para o XV de Novembro de Piracicaba.

Até 1975, os únicos times profissionais da cidade eram o Clube de Regatas do Flamengo, de Volta Redonda, mais conhecido como "Flamenguinho" e o Guarani Esporte Clube.
Contudo, naquele ano ocorreu a fusão dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara e, conseqüentemente, a "fusão" das Federações de Futebol dos dois estados com a criação da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). O então prefeito de Volta Redonda, Nelson Gonçalves, iniciou então o projeto de criar um clube de futebol para representar a cidade no novo Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Após dias de discussão na sede da Federação de Futebol, além de uma corrida contra o tempo para montar a estrutura necessária para a existência de um time de futebol profissional no município, nascia, em 9 de fevereiro de 1976, o Volta Redonda Futebol Clube.

Nessa época, o Estádio General Sylvio Raulino de Oliveira (atual estádio do clube) pertencia à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e era administrado, em regime de comodato, pelo Guarani Futebol Clube, tradicional time amador da cidade. A prefeitura, a CSN e a Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), fizeram um acordo para a reforma do estádio, a fim de que abrigasse o novo time. Em 2004 um novo e moderníssimo estádio foi reinaugurado, no mesmo local do antigo Raulino de Oliveira, o qual ganhou a alcunha de "Estádio da Cidadania".

O presidente do "Flamenguinho", Guanayr de Souza Horst, defendia que deveria ser este o time a representar Volta Redonda, tendo sido Clube de Regatas Volta Redonda o primeiro nome a ser escolhido. Contudo, ficou definido que haveria um novo time e que ele se chamaria Volta Redonda Futebol Clube e que ele teria as mesmas cores da cidade: preto, amarelo e branco. Foi escolhido como primeiro presidente do V.R.F.C., Ysnaldo dos Santos Gonçalves, irmão do então prefeito da cidade.

O Volta Redonda participou de três campeonatos brasileiros da 1ª Divisão, em 1976, 1977 e 1978, quando conseguiu a sua melhor colocação, a 32ª, entre 74 particpantes. No Campeonato Brasileiro Série B, o Volta Redonda aplicou a segunda maior goleada da história desta competição: 8 a 0 sobre o Operário (MT) em 24 de Janeiro de 1982, marca só superada em 18 de novembro de 2006, quando o Paulista Futebol Clube de Jundiaí (SP) goleou o Paysandu por 9 a 0.

Títulos

Estaduais

Taça Guanabara: 2005.
Campeonato Carioca - 2ª divisão: 3 vezes 1987, 1990 e 2004
Copa Rio: 4 vezes 1994, 1995, 1999, 2007

Torneios Internacionais

Copa Finta Internacional: 2005

Outras Conquistas

Torneio Incentivo: 1979.
Torneio José Lemos: 1979.
Campeonato do Interior: 7 vezes 1977, 1981, 1982, 1994, 1995, 2005 e 2007


Ranking da CBF

Posição: 74º
Pontuação: 164 pontos

Volta Redonda no vice-campeonato do Campeonato Brasileiro Série C 1995

Em 1995, o Volta Redonda foi vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série C, vindo a perder o título para o XV de Piracicaba (SP). No primeiro jogo, no dia 3 de dezembro de 1995, o Voltaço perdeu por 2 a 0, em Piracicaba, vitória que deu boa vantagem para o XV. No jogo de volta, em 12 de dezembro de 1995, nova derrota, agora por 1 a 0, no Estádio Raulino de Oliveira, definiu o título para a equipe paulista, mas não tirou o brilho da campanha do Voltaço, vice-campeã nacional.

Atlético Clube Izabelense


Nome: Atlético Clube Izabelense
Fundação: 26 de Abril de 1924
Estádio: Edilson Abreu
Capacidade: 2.000 pessoas
Presidente: Djalma Sousa da Silva

O Atlético Clube Izabelense é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santa Isabel do Pará, no estado do Pará.

Fundado em 26 de abril de 1924, manda seus jogos no Estádio Edilson Abreu, com capacidade para 2.000 espectadores. Suas cores são vermelho e branco. Seu uniforme consiste de camisa vermelha, calção branco e meias brancas. Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paraense de Futebol.

Títulos

Vice-Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 2005.

Ranking da CBF

Posição: 208º
Pontuação: 11 pontos

domingo, 28 de março de 2010

Olaria Atlético Clube


Nome: Olaria Atlético Clube
Torcedor: Olariense
Mascote: Índio
Fundação: 1 de julho de 1915
Estádio: Rua Bariri
Capacidade: 5.141 pessoas
Presidente: Heitor Belini
Treinador: Dé Aranha

Olaria Atlético Clube é uma agremiação poli-esportiva da cidade do Rio de Janeiro, fundada a 1 de julho de 1915. Sua maior conquista é o Campeonato Brasileiro Série C de 1981.

História

O clube é homônimo do bairro carioca onde foi fundado. Seu estádio é o Mourão Vieira Filho, popularmente conhecido como Estádio da Rua Bariri, nome da rua onde está localizado. Seu uniforme oficial é composto por camisa azul, com lista horizontal branca, calção branco e meias azuis com detalhes em branco. O Olaria é conhecido, entre outros feitos, por ter sido o primeiro clube de Romário e o último de Garrincha.

Olaria Football Club, atual Olaria AC (na época da sua fundação chegou a se chamar Japonês Football Club), foi fundado a 1º de julho de 1915. Foi o ganhador do Campeonato Estadual de Basquete Infantil, em 1968, numa memorável campanha. O técnico de basquete era Heleno Fonseca Lima.

Um grande momento do clube foi nos anos 70, quando chegou a disputar o Campeonato Brasileiro. Em 1981, disputou a Taça de Bronze (Terceira divisão), conquistando o título brasileiro, derrotando o Santo Amaro na final.

Rebaixado na Primeira divisão do Campeonato Carioca em 2005, o Olaria disputou em 2006 a Segunda Divisão do mesmo, no qual não teve uma campanha muito relevante. O time conquistou ainda em 2006 uma das quatro vagas que foram abertas para a Primeira divisão do Campeonato Carioca de 2007, através de uma seletiva que foi realizada com a presença de dezesseis clubes, tendo o Olaria chegado em terceiro lugar. Contudo a justiça anulou esse certame e o clube teve de jogar a segunda divisão no ano seguinte. Em 2007 a segunda divisão carioca levou no total cinco times para a primeira divisão, mas o Olaria não esteve entre os contemplados. Em 2008, a quantidade de vagas para o acesso reduziu para dois times. O Olaria, que teve como um dos destaques do torneio naquele ano o jovem atacante Assumpção, chegou ao quadrangular final e ficou em quarto lugar atrás de Bangu Atlético Clube, Esporte Clube Tigres do Brasil e Aperibeense Futebol Clube. Em 2009, consegue o acesso para primeira divisão do campeonato carioca, após cinco anos, perdendo o título da competição para o América FC.

Títulos

Nacionais

Campeonato Brasileiro - Série C: 1981

Estaduais

Troféu Moisés Mathias de Andrade : 2010
Torneio Início: 1960
Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 2 vezes 1931 e 1983
Campeonato Carioca - Segundos Quadros: 1933

Outras Conquistas

Torneio Integração Taça Antonio Jovino Pavan: 1977
Taça Alfredo Curvelo: 1980

Torcidas Organizadas


  • Bravura Azul(Barra Brava)

  • Torcida Fiel do Olaria

  • Torcida Jovem Olaria (Torcida Organizada)

Ranking da CBF

Posição: 134º

Pontuação: 40 pontos

Independência Futebol Clube


Nome: Independência Futebol Clube
Alcunhas: Timão
Mascote: Raposa
Fundação: 2 de Agosto de 1946
Estádio: José de Melo
Capacidade: 6.000 pessoas
Presidente: Silvano Santiago
Treinador: José Ribamar

O Independência Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Rio Branco, no Estado do Acre. Seu uniforme é constituído de camisa com listras verticais vermelhas, verdes e brancas, calção branco e meias brancas. Os desenhos do uniforme e do escudo lembram e homenageiam o Fluminense, do Rio de Janeiro. Seu estádio, José de Melo, tem capacidade para seis mil pessoas.

História


O Independência foi fundado em 2 de agosto de 1946, por um grupo de empresários da cidade de Rio Branco. Seu primeiro presidente foi o jornalista Tufic Assmar.
O clube foi doze vezes campeão estadual e participou de três edições da Copa do Brasil.

Títulos

Estaduais

Campeonato Acreano: 12 vezes 1954, 1958, 1959 ,1960, 1963, 1970, 1972, 1974, 1985, 1988, 1993 e 1998
Torneio Início: 2 vezes 2001 e 2004


Categorias de Base

Campeonato Acreano Sub-20: 2002.
Campeonato Acreano Juvenil Sub- 18: 2007.

Histórico em competições oficiais

Campeonato Acreano: desde 1946.
Copa Norte: 1997 (primeira fase) e 1999 (quartas-de-final).
Copa do Brasil: 1994 (primeira fase), 1999 (segunda fase) e 2000 (segunda fase)
Campeonato Brasileiro da Série C: 1995 (segunda fase)
Campeonato Brasileiro da Série B: 1991 (primeira fase)


Ranking da CBF


Posição: 201º
Pontuação: 11 pontos

Clube Esportivo de Bento Gonçalves


Nome: Clube Esportivo de Bento Gonçalves
Alcunhas: Tivo, Alviazul
Mascote: Zebra
Fundação: 28 de agosto de 1919
Estádio: Montanha dos Vinhedos
Capacidade: 15.269
Presidente: Oscar Cobalchini, Vilson Barcelos e Volmir Prezzi
Treinador: Leandro Machado

O Clube Esportivo de Bento Gonçalves é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Bento Gonçalves, no estado do Rio Grande do Sul.

História

O Esportivo foi fundado em 28 de agosto de 1919. No dia 21 de setembro do mesmo ano, disputou a primeira partida de sua história, no empate em 1x1 com o Garibaldi. O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni. Em 1949, foi vice-campeão gaúcho de amadores.

No dia 24 de agosto de 1945, ocorreu a inauguração do Estádio da Montanha num jogo entre Esportivo e Atlântico de Erechim. O pontapé inicial simbólico foi dado pela sra. Alinda Busnello, primeira madrinha do Esportivo. A partida acabou empatada em 0x0 e teve ampla repercussão na imprensa gaúcha. Em 19 de janeiro de 1958, o Esportivo realizou seu primeiro jogo internacional, com o Club de Gimnasia y Esgrima de La Plata, da Argentina, perdendo por 1x0.

O ano de 1969 registrava a comemoração do cinquentenário do Clube Esportivo e a direção queria marcar este grande acontecimento com a criação de um "hino" que cantasse as glórias e os feitos do alviazul. E foi numa quarta-feira (2 de julho de 1969), que o hino foi composto pelo músico e maestro Moysés e teve os versos escritos por Maria Frota. Música e letra combinaram e estava pronto o belo Hino do Esportivo, que tem esses versos: "Na Capital Brasileira do Vinho, honrando o esporte do sul, tem sua sede e nosso carinho, o valoroso Esportivo alvi-azul. Estribilho: "Ó Esportivo, tu és cinqüentenário, sabes lutar, sabes vencer. Glórias alcançar, teu povo te aclama: Viva o Esportivo alvi-azul, alvi-azul. Verde como os parreirais, assim é nossa esperança, nos teus grandes valores reais, Esportivo, avante, confiança! Estaremos contigo Esportivo, na montanha ou fora daqui, Co' entusiasmo sempre vivo, aplaudindo ou sofrendo por ti".

No dia 18 de abril de 1971, aconteceu uma vitória extraordinária. O Esportivo tirou a invencibildade de 24 partidas do Grêmio de uma forma espetacular, com uma goleada. A boa equipe de Bento Gonçalves derrotou o tricolor porto-alegrense por 5x2, virando notícia na mídia nacional. Em 15 de abril de 1973, o Esportivo derrotou o Internacional por 2x1, conquistando sua primeira vitória diante do Colorado e tornando-se o primeiro clube do interior gaúcho a vencer no Beira-Rio.

No ano de 1977, o Esportivo conquistou a Copa Governador do Estado. Na decisão, enfrentou o Brasil de Pelotas. Na partida de ida, dia 12 de abril, venceu por 1x0 em pleno Estádio Bento Freitas, com gol de Rubem. Na volta, dia 15 de dezembro no Estádio da Montanha, perdeu pelo mesmo placar, gol de Osmar para o Brasil. Com os resultados iguais, foi necessária a realização de uma terceira partida, a qual foi marcada para o dia 22 de dezembro, em campo neutro. O local escolhido foi o Estádio Cristo-Rei, em São Leopoldo. Entretanto, a torcida do Brasil derrubou o alambrado do estádio, e a partida foi cancelada por falta de segurança. A decisão ficou para o dia 2 de fevereiro de 1978, no Beira- Rio, em Porto Alegre, com a presença do Governador Sinval Guazzelli. O Esportivo venceu por 3x0, com os três gols da partida sendo marcados por Adilson, e ficou com o título.

Em 1979, o Esportivo sagrou-se vice-campeão estadual com a seguinte equipe: Valdir Espinosa (treinador), Zeca Rodrigues (preparador físico), Jânio, Noelsen, Edgar, Carlão, José, Raquete, Celso Freitas, Dilvar, Toninho Fronza, Adilson, Sílvio, Sperotto, João Carlos, Lambari, Valdeci, Rubem, Renato Portaluppi, Jarbas, Daio, Eraldo, Sanches, Catarina, Néia e Tovar. Nesse mesmo ano, no dia 30 de maio, ocorreu um jogo histórico. O Esportivo enfrentou o Grêmio na Montanha, num jogo disputado com muita neve, numa temperatura de um grau centígrado. A partida terminou em 0x0 e foi batizada de "O Jogo da Neve".

Em 2004, o Esportivo inaugurou seu novo estádio, Montanha dos Vinhedos, contra o Pelotas, e venceu por 2x0. No mesmo ano, o time conquistou a Copa FGF ao vencer o Gaúcho nos dois jogos da final por 3x0 e 2x0, respectivamente, classificando-se para a Copa do Brasil de 2005. Na Copa do Brasil, o Esportivo eliminou o Londrina na primeira fase, e na segunda fase enfrentou o Fluminense. O primeiro jogo na Montanha dos Vinhedos terminou em 2x1 para o time carioca, credenciando o Esportivo a jogar no Maracanã. A partida histórica do Esportivo no templo do futebol terminou em 1x0 para o Fluminense, eliminando o Alviazul da competição.

Títulos

Estaduais

Vice-Campeonato Gaúcho: 1979.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 2 vezes — 1969 e 1999.
Vice-Campeonato Gaúcho 2ª Divisão: 1981.
Copa FGF: 2004.
Campeonato do Interior: 6 vezes — 1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987.

Torneios estaduais

Taça Perdigueiro: 1932.
Campeonato da Segunda Região: 1936.
Campeonato de Aspirantes 1ª Divisão: 1949.
Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Centro: 1956.
Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Planalto: 1957.
Copa Governador do Estado: 3 vezes — 1973, 1977 e 1980.
Taça Rubens Freire Hoffmeister: 1978.
Copa RS: 1982.
Copa ACEG (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos): 1983.

Futebol Master

Campeonato Gaúcho: 3 vezes — 2007, 2008 e 2009.

Ídolos do Esportivo

Jogadores


Renato Gaúcho

Caio

Neca

Arílson
Sandro Blum
Gasperin
Paulo Araújo
Décio Frozzi
Lairton

Técnicos

Valdir Espinosa
Ênio Andrade

Celso Roth

Cláudio Duarte

Abílio dos Reis

Walmir Loruz

Vicente Arenari

Aimo Femsterseifer


Rivalidade

O Esportivo tem como seu maior rival o Caxias, clube com o qual realiza o Clássico da Polenta.

Ranking da CBF

Posição: 137º
Pontos: 39 pontos

Grêmio Esportivo Glória


Nome: Grêmio Esportivo Glória
Alcunha: Leão da Serra
Fundação: 15 de novembro de 1956
Estádio: Altos da Glória
Capacidade: 10.000 pessoas
Presidente: Ivar Saraiva
Treinador: Paulo Porto

O Grêmio Esportivo Glória é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Vacaria, no nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Foi fundado em 15 de novembro de 1956.

Suas melhores participações no Campeonato Gaúcho ocorreram nos anos de 2004 e 2005, quando, nas duas oportunidades, terminou o campeonato na 3ª colocação. Atualmente, disputa a Segunda Divisão Gaúcha.

Estádio

O Estádio Altos da Glória foi inaugurado em 15 de novembro de 1973, com a realização de um torneio entre os sócios do clube. O maior público aconteceu em Glória 1-2 Grêmio, em 30 de abril de 1989, com 8.510 torcedores presentes (7.213 pagantes).

Títulos

Estaduais

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 1988.
Vice-Campeonato Gaúcho 2ª Divisão: 2002
Vice-Campeonato da Copa Galego: 1997

Jogadores históricos

Em 2005, o site do Glória realizou uma pesquisa entre os torcedores para a eleição da "Seleção do Cinqüentenário" do clube, assim escalada: Gasperin (1988-89); Flavinho (1996-2005), Vladimir (1989-97), Marcelo Bolacha (1997-2005) e Marcelo Müller (2005); Uana (1992-2000), Toto (2004-06), Branco (1989-91) e Edmundo (1986-89); Zé Carlos (1986-90) e Sandro Sotilli (2004).

Torcidas organizadas

Alma Independente

Ranking da CBF

Posição: 264º
Pontuação: 3 pontos

Valeriodoce Esporte Clube


Nome: Valeriodoce Esporte Clube
Alcunhas: Dragão
Fundação: 22 de novembro de 1942
Estádio: Israel Pinheiro
Capacidade: 4.500 pessoas
Presidente: Reginaldo de Sá
Treinador: Jose Luiz Peixoto

Valeriodoce Esporte Clube é uma agremiação esportiva sediada em Itabira, no estado de Minas Gerais, fundada a 22 de novembro de 1942.

História

Foi fundado por funcionários da empresa estatal Vale do Rio Doce. Quando a empresa foi vendida pelo governo, cessaram as contribuições para o clube, mas em contrapartida, houve o repasse do estádio, o qual, lhe pertencia.

Foi o primeiro clube do interior, na era Mineirão, a ter um artilheiro do estadual, Luiz Alberto com 12 gols, em 1978.
O clube chegou a disputar as Séries B (em 1988 e 1989) e C (em 1994 e 1995) do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Títulos

Estaduais

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.
Torneio Início: 2 vezes 1962 e 1969


Outras Conquistas


Supercopa MG: 1992.

Categorias de Base


Campeonato Mineiro de Juniores: 2 vezes 1986 e 1989

Símbolos

Mascote

Fernando Pieruccetti ou Mangabeira, o chargista que criou os principais mascotes mineiros, escolheu para o clube a ave ferreiro (ou araponga). Mais tarde o clube resolveu adotar o dragão como símbolo, em homenagem a locomotiva "Maria Fumaça", que era chamada de "Dragão", devido à fumaça que soltava.


Ídolos



  • Didi

  • Cento e Nove

  • Da Cruz

  • Miltão

  • Arílson

  • Rogério Lage

  • Taú

  • Délio

  • Ota

  • Mauricinho

  • Valdéz

  • Helinho

  • Julio Verne

  • Riva

  • Ivanildo

  • Itamar

  • Edilson

  • Beto

  • Júlio César


  • Jairo de Souza

Ranking da CBF


Posição: 121º
Pontuação: 56 pontos

América Futebol Clube (Pernambuco)


Nome: América Futebol Clube (Pernambuco)
Alcunhas: Mequinha, Glorioso, Alviverde, Campeão do centenário
Mascote: Periquito
Fundação: 12 de abril de 1914
Estádio: Estádio Jacosão, na cidade de Vicência
Capacidade: 5.500 mil lugares
Presidente: Sérgio Marcelo Serpa

América Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco. A sede fica localizada na Estrada do Arraial no bairro de Casa Amarela, zona norte

da cidade.

História

O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.

Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.

Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.

Maior virada do futebol brasileiro

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os trinta minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.

Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

Títulos

Regionais

Troféu Nordeste: 1923

Estaduais

Campeonato Pernambucano: 6 vezes 1918, 1919, 1921, 1922, 1927 e 1944
Vice-Campeonato Pernambucano: 9 vezes 1923, 1924, 1930, 1941, 1945, 1947, 1948, 1950 e 1952
Torneio Início: 11 vezes 1921, 1930, 1931, 1934, 1936, 1938, 1941, 1943, 1955, 1967 e 1970
Taça Recife: 1975.

Categorias de base

Campeonato Pernambucano de Juniores: 5 vezes 1962, 1963, 1968, 1977 e 1984
Campeonato Pernambucano Infanto-Juvenil: 1951
Campeonato de Aspirantes: 4 vezes 1928, 1930, 1932 e 1939

Outras Conquistas

Liga Suburbana: 4 vezes 1916, 1917, 1918 e 1929

Copa Torre: 2 vezes 1923 e 1924
Taça Casa Amarela: 3 vezes 1926, 1927 e 1928
Troféu Bairro da Boa Vista: 1933.
Torneio da Paz: 1940.
Torneio Cidade do Cabo: 1965.
Copa Roman: 1968.
Copa da Juventude: 1974.
Copa de Desportos Terrestres: 1986.

Futebol de Salão

Campeonato Pernambucano: 1985.
Taça Cidade do Recife: 1981.

Histórico em competições oficiais

Campeonato Brasileiro da Série B: 1972,1981, 1989 e 1991.
Campeonato Brasileiro da Série C: 1990.
Campeonato Pernambucano: 1916 a 1958, 1963 a 1995.

Ídolos

Alberto Salonni: jogou pelo América em 1932
Vavá: jogou pelo América em 1948, mas sem muito destaque logo se tranferiu para o Íbis Sport Club e Sport Club do Recife
Zé Tasso: jogou pelo América de 1918 a 1923
Dequinha: participou da Copa do Mundo de 1950.
Osséias: unico campeão vivo da ultima conquista do América pelo pernambucano em 1944.

Ranking da CBF

Posição: 171º
Pontuação: 25 pontos

Curiosidades



  • O América já teve a terceira maior torcida do estado, ficando atrás apenas do Santa Cruz e do Sport. Perdeu a posição para o Náutico, seu maior rival. Atualmente não tem um número expressivo de torcedores.


  • O América é a quarta força do estado de Pernambuco em se tratando em número de títulos conquistados. Atualmente a quarta força do estado é o Central da cidade de Caruaru que não obtem nenhum título pernambucano da 1° divisão.


  • O América Futebol Clube, mesmo com tanta tradição na área futebolistica, nunca teve um estádio propriamente dito. Até o início dos anos 1990 era comum vê-lo jogando com mando de campo nos estádios dos principais rivais.


  • O América já teve outros esportes agregados além do futebol, como o futebol de salão onde conquistou o título da cidade do Recife em 1981 e o título pernambucano de 1985 e o vice campeonato em 1989 e o basquete este sendo vice campeão pernambucano em 1977 e 1978.

sábado, 27 de março de 2010

Sport Club Maguari


Nome: Sport Club Maguari
Alcunhas: Clube dos Princípes, Equipe Cintanegrina, Príncipes, Cintanegrinos
Mascote: O príncipe
Fundação: 24 de junho de 1924

O Sport Club Maguari foi um clube de futebol da cidade de Fortaleza, no estado do Ceará. Seu uniforme histórico era todo branco com uma faixa horizontal preta na altura do peito, por isso o apelido de cintanegrino ou equipe cintanegrina. A faixa preta era inspirada na existente em algumas aves de mesmo nome, localizada abaixo das asas e visível durante o vôo.

História

O Maguari foi fundado em 24 de junho de 1924, pela família Barbosa Freitas. Foi um dos clubes mais elitizados do futebol cearense, embora contasse com grande simpatia do povão, chegando a ter a segunda maior torcida do estado.

O historiador cearense Nirez de Azevedo, em seu livro História do Campeonato Cearense de Futebol, à página 27, esclarece a fundação do clube. Informa que existia em 1924 uma firma denominada "Saunders, Barbosa & Cia, que funcionava com a denominação de Agência Benzold, na rua Senador Alencar, e que trabalhava no ramo de representação, na praça do Ceará. Figurava entre suas representações o Curtume Maguary de Belém do Pará".

O referido Curtume, localizado no norte do país e hoje extinto, foi implantado por dois irmãos ingleses, os Saunders e Davids (1916), às margens do rio Maguari (antes Maguari-Açu), que teve seu nome herdado da toponímia do lugar que, por sua vez, foi batizado pelos primeiros habitantes tendo em vista a constante presença do pássaro maguari, ave pernalta de grande porte, de cor acinzentada e preta, assemelhada à garça.

No Ceará da década de 1920, o "capitão Saunders", afirma ainda Nirez de Azevedo, "tinha em suas filhas as grandes admiradoras do futebol. As meninas incentivaram os sócios Hugo Gil Saunders, José de Freitas Barbosa e Armando Guilherme, diretores da firma, e mais os funcionários Hugo Berthold Saunders, Raimundo Freitas Barbosa e João Barbosa, a formarem um time da empresa. A idéia vingou e, no dia 24 de junho, surgia o Sport Club Maguari, em homenagem ao curtume que, em troca financiou o empreendimento".

Sua primeira sede localizava-se no bairro do Alagadiço (atual São Gerardo), tendo sido alugada na rua Bezerra de Menezes números 25 e 26, pelo primeiro presidente do clube, o comerciante José de Freitas Barbosa. A segunda ficou situada no então bucólico e aristocrático bairro do Benfica, na avenida Visconde de Cauípe, nº 2081, hoje avenida da Universidade. Foi quando Waldir Diogo de Siqueira, Mário de Alencar Gadelha, Egberto de Paula Rodrigues, aliados a um grupo de amigos, transformaram o antigo clube numa agremiação elegante, com sua nova e terceira sede social inaugurada em 20 de abril de 1946, erigida em um amplo terreno, no número 2955 da rua Barão do Rio Branco, em quarteirão situado entre as ruas Padre Roma e Deputado João Pontes, no nobre bairro de Fátima.

Sua sede histórica, simpática e aconchegante, finalizada em 1946, teve na construção a assinatura do famoso arquiteto Sílvio Jaguaribe Ekman, o mesmo do Ideal Clube, outro clube tradicional de Fortaleza. Naquela sede do Maguari praticava-se o esporte amador e ocorriam atividades festivas que marcaram a vida da cidade, principalmente nos alegres anos dourados, com o entusiasmo dos freqüentadores prolongando-se pelos anos seguintes. Muitas de suas animadas festas carnavalescas terminavam às dez horas da manhã seguinte - acontecimentos inusitados para a pequena Fortaleza da época.

Futebol

O chamado Clube dos Príncipes foi uma das mais tradicionais agremiações diversionais de Fortaleza, capital do Ceará, tendo sido fundado em 24 de junho de 1924 e iniciando suas atividades como "clube de futebol" no antigo Alagadiço, hoje bairro São Gerardo. Proporcionou, ainda, momentos inesquecíveis de alegria e emoção ao competir com as principais entidades desportivas da época: América, Ceará, Ferroviário e Fortaleza.

A Equipe Cintanegrina, como também é chamada em função da faixa preta horizontal na altura do peito, ainda com a grafia de seu nome com o 'y' final, comum à escrita da época, participou do momento em que a ADC (Associação Desportiva Cearense) requereu o registro legal de instituição (em 29/01/1936), já que a mesma funcionava na informalidade, conforme consta nas páginas 115 e 116 do livro Futebol Cearense: Um século de história, do pesquisador e escritor Alberto Damasceno.

O Maguari também entrou para a história da radiofonia cearense quando em 24 de dezembro de 1939 a pioneira Ceará Rádio Clube (PRE-9), emissora de rádio da capital cearense, realizou a primeira transmissão radiofônica de um jogo do Campeonato Cearense de Futebol. A partida, realizada na cidade de Fortaleza, envolveu as equipes do Estrela do Mar Foot-ball Club e do Sport Club Maguari.

O clube começou a disputar o Campeonato Cearense em 1922. Foi campeão no antigo Campo do Prado em 1929 e 1936, e no estádio Presidente Vargas foi bicampeão 1943/1944), além de ter-se consagrado como o "primeiro campeão do Castelão", quando venceu o América, em 02/12/1973, na final do "Torneio Breno Vitoriano", competição organizada para comemorar a inauguração do Gigante da Boa Vista, como cita Miguel Ângelo de Azevedo Nirez em seu Cronologia Ilustrada de Fortaleza – Volume I – 2001.

Tendo sido quatro vezes campeão cearense, o Maguari ainda foi vice-campeão em sete oportunidades: 1928, 1930, 1932, 1935, 1937, 1938 e 1945, mantendo uma marca invejável: 4º lugar entre as equipes cearenses no ranking do futebol nacional do jornal Folha de S. Paulo, apresentado em sua edição de 23/12/2007, na página 6 do caderno de esportes.

Dissolução do departamento de futebol

O campeonato de 1944 foi conquistado de forma invicta e, por isso mesmo o Maguari era considerado franco favorito ao título de 1945. A diretoria do clube investiu pesadamente para conquistar o tricampeonato, mas o título daquele ano acabou indo para o Ferroviário. A comoção foi tal que o clube entrou numa grande crise, que resultou na extinção do seu departamento de futebol. Sua torcida acabou "migrando" para a dos times do Ferroviário e principalmente do Fortaleza, devido à grande rivalidade que os cintanegrinos tinham com o Ceará.

Outros esportes e ações

Em meio à crise no futebol, o clube deu início à construção da sua terceira sede social no bairro de Fátima, situada na rua Barão do Rio Branco, perto da avenida 13 de Maio. Além disso, o Maguari foi campeão estadual de basquete na década de 1950, e também disputou competições oficiais de voleibol e futebol de salão.

O Sport Club Maguari continuou como clube social com forte presença na sociedade alencarina, mesmo tendo deixado o futebol. Um dos momentos mágicos que até hoje enche de orgulho o povo cearense foi a eleição da Miss Maguari Emília Correia Lima, em 1955, que depois foi também eleita "Miss Ceará" e posteriormente "Miss Brasil", a segunda escolhida em concurso nacional promovido pelos Diários Associados, recebendo a faixa da baiana Martha Rocha. O Clube dos Príncipes, como sempre foi chamado, venceu, pois, sua "princesa" eleita em concurso de beleza nacional representou a mulher brasileira, destacando-se no certame internacional em Long Beach, Califórnia (EUA), por seus traços clássicos e postura discreta.

Houve, posteriormente, uma tentativa de volta aos gramados em 1972, com o nome de Maguari Esporte Clube, até que, em 14 de agosto de 1975, o clube extinguiu-se definitivamente e sua sede foi vendida para a Companhia Energética do Ceará (COELCE) e depois repassada para a Fundação Coelce de Seguridade Social, a caixa de previdência dos funcionários daquela companhia. José Leite Jucá foi o último presidente do clube e embora tenha sido contra a venda da sede, foi voto vencido.

Títulos

Estaduais

Campeonato Cearense: 4 vezes 1929, 1936, 1943 e 1944
Torneio Início do Ceará: 4 vezes 1929, 1942, 1944 e 1945