sexta-feira, 30 de abril de 2010

Jabaquara Atlético Clube


Nome: Jabaquara Atlético Clube
Alcunhas: Jabuca, Leão da Caneleira
Mascote: Leão
Fundação: 15 de novembro de 1914
Estádio: Espanha
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: Delchi Migotto Filho

O Jabaquara Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol do estado de São Paulo. Localizado na cidade de Santos, no Estádio Espanha, o time (antes chamado de Hespanha), é um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol.

História

Com a união de associações ou agremiações esportivas dos imigrantes europeus na região de santos no início do século XX, e o interesse na nova modalidade esportiva, reuniam-se em torno do atual bairro do Jabaquara e fundaram o Hespanha Foot Ball Club, conforme denominavam, em 15 de novembro de 1914.

A sua primeira partida oficial ocorreu em 1916, contra o Clube Afonso XIII, em um resultado de 1x1 numa ocasião em que foi levantado o primeiro pavilhão do clube. Surpreendeu com uma gloriosa vitória e arrecadação contra o SPR no ano seguinte, onde festejaram e conquistaram diversos associados e atenção na cidade.

Nos anos de 1918 a 1920, conquistou a "Taça Grande Café D'Oeste" e participou como convidado na inauguração do estádio da Associação Atlética Portuguesa.

O seu crescimento foi tamanho a partir de então, que em 1924 foi construído um estádio maior, localizado no bairro do Macuco como "Estádio Antonio Alonso", que levou o nome do seu proprietário, passando a ser chamado o time popularmente como o "Leão do Macuco".

Em 1930, o Hespanha enfrenta seu primeiro adversário internacional com uma vitória de 3x2 contra a Seleção de Buenos Aires.

Com a fundação da Federação Paulista de Futebol, esteve presente o Hespanha nos campeonatos oficiais de São Paulo na divisão principal.

Como o início da década de 40 trouxe a Segunda Guerra Mundial, houve a necessidade de mudança do Hespanha, pois levava o nome de país, o que não era permitido a partir de um decreto de lei, passando a denominar-se após votação como Jabaquara Atlético Clube em homenagem ao seu bairro de origem, gerando o popularizado apelido de "Jabuca".

Em 1944 o time atingiu o seu auge com o melhor ataque do futebol paulista. Foi no período entre 1940 e 1957 que o clube revelou vários craques, com o técnico Arnaldo de Oliveira, popularmente conhecido como Papa. As maiores estrelas reveladas foram o goleiro Gilmar, ingressado depois no Sport Club Corinthians Paulista e na Seleção Brasileira de Futebol, e Osvaldo da Silva, conhecido como Baltasar, que era o nome do seu irmão que jogava no Santos FC. Outros craques formados: Marcos (revelado para o Corinthians); Feijó, Getúlio, Ramiro e Álvaro (para o Santos); Célio (para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro); e Melão, (do Santos para o SPAL na Itália).

No entanto, em 1945 o clube sofreu grave crise financeira que afetou o time quase com o rebaixamento à segunda divisão, senão disposse de um recurso de seu advogado. Houve a venda de um valorizado terreno, próximo à praia, no bairro Ponta da Praia (Santos), que não saldou as dívidas do clube, para questionamento de muitos até os dias atuais. Restou treinar em um campo na cidade vizinha de São Vicente.

Assim correram os anos até que em 1957, com uma vitória de virada em partida histórica contra o bicampeão paulista Santos FC na Vila Belmiro, sob cordenação de Nelson Ernesto Filpo Nuñes, passando a ser chamado de Dom Filpo pelo seu feito de vitórias consecutivas no Jabaquara, salvando ainda o clube de um rebaixamento pela segunda vez em 1959. O inevitável rebaixamento ocorreu em 1963.

Finalmente, uma grande área definitiva com 67.380m2 para o clube em um local alagadiço e pouco valorizado, que contribuiu a partir de 1961 para o crescimento do bairro da Caneleira. Apesar de ser bem maior que o Estádio Urbano Caldeira da Vila Belmiro, nenhum torcedor admite a venda do local por lembranças amargas de sua história. Em virtude das crises, em 1967 o Jabaquara passa a se dedicar a equipes amadoras, deixando o futebol profissional, para retornar somente em 1977 inserido na terceira divisão.

Em luta pela sobrevivência, este histórico clube alterna entre a segunda e a terceira divisão, como privilegiado como fundador da Federação Paulista. Em 1983, Nabi Abi Chedid aumentou o número de times na segunda divisão, inserindo o clube, mas acabou retornando à terceira. Somente conseguiu vitória no campeonato da Terceira Divisão em 1993, entre 56 equipes, e em 1995 entre os Juniores.

Em 1997, destacou-se o artilheiro Sérgio Miler, e no ranking paulista, ocupou o 9° lugar. Com uma invencibilidade de 23 jogos, o Jabaquara tornou-se campeão paulista da série B-3 de 2002 e a 11ª colocação no Campeonato Paulista da Série B-2 de 2004.

No ano de 2006, o Jabaquara fez uma de suas piores campanhas no campeonato paulista da segunda divisão e no ano de 2007, através de uma parceria com a equipe do Litoral F.C. chegou às quartas de final do Campeonato Paulista da segunda divisão.

A luta desse clube honroso e histórico fazem a paixão de seus torcedores e a simpatia dos torcedores rivais regionais São Vicente Atlético Clube(com quem faz o maior clássico da região atualmente, o Derby Praiano), Santos FC e Portuguesa Santista.

Em 2008 a equipe anexou ao seu patrimônio o Litoral Futebol Clube, clube de um projeto social idealizado por Pelé, do qual agora o Jabaquara também faz parte. Com isso a equipe conseguiu apoio para as disputas da Série B estadual e para as categorias de base, alem de um patrocínio com a empresa alemã fornecedora de materiais esportivos Puma. Além do Jabaquara, o recém criado Monte Alegre e o Paulista de Jundiaí também fazem parte do projeto.

Títulos

Estaduais

Vice-Campeonato Paulista: 1927.
Campeonato Paulista - Série A3: 1993.
Campeonato Paulista Segunda Divisão B3: 2002.

Outras Conquistas

Taça Grande Café D'Oeste: 3 vezes 1918, 1919 e 1920

Associação Atlética das Palmeiras


Nome: Associação Atlética das Palmeiras
Fundação: 9 de novembro de 1902
Extinção: 1930
Estádio: Avenida Angélica e Chácara da Floresta
Capacidade: 8.000 pessoas e15.000 pessoas

A Associação Atlética das Palmeiras foi um clube brasileiro de futebol da cidade de São Paulo. Foi fundada em 9 de Novembro de 1902. Foi campeã paulista por três vezes: em 1909, 1910 e 1915.
Seu mais célebre uniforme, que inspirou o do São Paulo FC, tinha camisa branca com uma listra horizontal preta, calção e meias pretas. Também jogou com camisa preta,calção branco e meias pretas.Jogou ainda com uniforme diverso no título paulista de 1909: camisa com a metade esquerda preta e a metade direita branca, calçaõ branco e meias pretas.

Sua característica de time elitista pode ser comprovado pelo fato de que, até 1915, só doutorandos, engenheiros e bacharéis de Direito podiam jogar pelo time.

História

A Associação Atlética das Palmeiras foi fundada em 1902 e abrigava na sua constituição algumas das princiapais famílias da cidade. Seu campo ficava na Av. Angélica, onde na época havia apenas chácaras e terrenos vazios. Mas o time não era um time da várzea comum, jogava constantemente contra os segundos quadros das principais equipes da Liga e obtinha bons resultados.

Em 1904 a liga resolveu ampliar o número de clubes participantes e abriu uma nova vaga; todavia, além da Atlética das Palmeiras, o Internacional de Santos também estava interessado nela. Nesse ano, houve uma cisão no Paulistano e alguns de seus jogadores vieram reforçar o time. Foi disputado então um jogo que definiria o novo componente da liga, no qual a Atlética das Palmeiras venceu por 4x0 e passou a fazer parte da Primeira Divisão.

O clube foi se instalar na Chácara da Floresta, onde se localizava o extinto Clube de Regatas São Paulo, antecessor do atual Clube de Regatas Tietê. A equipe se firmou e venceu os campeonatos de 1909/10 e 1915, se transformando num dos grandes do início do século.

Em 1916 a Associação Atlética das Palmeiras ajudou o recém-fundado Palestra Italia a ganhar uma vaga para disputar o Campeonato Paulista pela primeira vez. Esse fato seria lembrado em 1942, quando o Palestra Italia optou por mudar de nome e passou a se chamar Sociedade Esportiva Palmeiras, em homenagem à A. A. das Palmeiras.

No metade da Década de 1920, a discussão em torno da profissionalização ou não do futebol paulista levou a um racha entre clubes pró-profissionalização liderados po Palestra itália e Corinthians continuam no campeonato da APEA em 1926, e clubes pró amadorismo e elitismo no esporte bretão liderados pelo Clube Atlético Paulistano, Sport Club Germânia e a Atlética.

Porém a profissionalização era irreversível, e após 4 temporadas, a Liga dos Amadores de Futebol é extinta, com seu líder, o Paulistano, fechando o departamento de futebol para a disputa do Paulistão. O das Palmeiras, após uma vexatória última colocação no Paulistão de 1928, e uma penúltima no Paulistão de 1929, ainda tentou se adaptar ao profissionalismo. Porém decadente, endividado e sem condições de disputar o Paulistão de 1930, acaba por ser extinto.

Alguns profissionais e diretores se juntam com outros do Paulistano e empregando o patrimônio do clube, que contava com o Estádio da Floresta, e a equipe do órfã do Paulistano, dão origem, em janeiro de 1930, ao São Paulo Futebol Clube.

Títulos

Taça Salutaris: 1911.
Campeonato paulista: 1909, 1910 e 1915.

Santana Esporte Clube


Nome: Santana Esporte Clube
Alcunhas: Canarinho Milionário
Mascote: Canário
Fundação: 25 de setembro de 1955
Estádio: Municipal de Santana
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: Gerson Fernandes
Treinador: Raimundo Miranda

O Santana Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santana, no estado do Amapá. Suas cores são vermelho e amarelo.

História

Fundado por Roberto Maqueles Correia, notável da sociedade local, o time começou a se desenvolver, disputando amistosos enquanto acertava o plantel e a sua estrutura. Disputou o primeiro estadual em 1957, não conseguindo sucesso, campanha semelhante à do ano seguinte. Parecia que o time, que de quebra não estava ganhando muitos adeptos, não iria deslanchar.

Mas o sr. Roberto Correia contratou um técnico conhecido do futebol amador local: André Damas de Clemente, e, segundo suas orientações, comprou certos atletas tirando dinheiro do próprio bolso. Deu certo; o time, com brilhantismo, faturou os estaduais de 1960, 61 e 62. André Clemente era o ídolo da equipe e dos poucos torcedores, mas Roberto Correia faleceu, vitimado por uma parada cardíaca, e o sucessor dele na presidência do time (não se sabe o nome) despediu Clemente.

Após um fracasso retumbante em 1963, elementos do antigo time vencedor, dispensados pelo presidente, foram contratados, e a situação melhorou no ano seguinte. Só com a volta triunfal de André Clemente o time se sagrou de novo campeão. O Santana, inexplicavelmente, começou a apresentar problemas financeiros, e em 66 o time passou por forte crise, inclusive sendo destituído o presidente sob acusações de desvio do dinheiro do clube.

Sob a presidência do filho de Roberto Correia, Marcos Correia, o time aos poucos se reestruturou e venceu o estadual de 1968. Após a conquista, André Clemente recebeu boas propostas de fora do estado e saiu de Santana. Nos três anos seguintes a equipe fez campanhas razoáveis, e terminou levando o sexto estadual. Mais um período de campanhas razoáveis, e então, em 1977, Marcos Correia desistiu do cargo e passou o bastão para Rogério Moura, que se mostrou inapto ao cargo, levando o time à ruína.

Rogério, desesperado com o que parecia ser o fim da linha para o Santana, empregou as últimas verbas na contratação de um técnico bom, contando com atletas oriundos do esporte amador, ou que nunca tinham jogado antes. Melhorou a campanha, e fez algum esforço para contratar mais jogadores. Deixou o time numa situação razoável em 1981, quando voltou Marcos Correia. Este fez a equipe decolar de novo, e ganhou o último estadual da sua história, em 85. Após participar das duas únicas edições da Liga Independente do Norte, o clube terminou fechando, já que, segundo Marcos, não tinha futuro, pois não possuía estrutura ou torcida, e dinheiro sempre foi problema.

A volta do Canário

Em Novembro de 2008, o Santana voltou definitivamente às atividades futebolísticas disputando um amistoso contra o Paysandu Sport Club. E o Canário voltará a disputar o Campeonato Amapaense de Futebol de 2009.

Grandes Nomes


  • André Damas de Clemente (como técnico)

  • Luiz Ganilton Júnior (como auxiliar técnico)

  • Marcelo Inácio Berval de Castro (como atleta)

Títulos

Campeonato Amapaense: 7 vezes 1960, 1961, 1962, 1965, 1968, 1972 e 1985
Vice-Campeonato Amapaense: 1976.

Esporte Clube Avenida


Nome: Esporte Clube Avenida
Alcunhas: Periquito, Alviverde
Torcedor: Avenidense
Mascote: Periquito
Fundação: 6 de janeiro de 1944
Estádio: Eucaliptos
Capacidade: 3.600 pessoas
Presidente: Jair Eich
Treinador: Hélio Vieira

O Esporte Clube Avenida é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Santa Cruz do Sul no Estado do Rio Grande do Sul.

História

O Avenida foi fundado no dia 6 de janeiro de 1944, por um grupo de atletas excedentes do Futebol Clube Santa Cruz, que decidiram fundar outro clube. O primeiro presidente do Avenida foi Arno Evaldo Koppe.

Nos primeiros anos, o Avenida não tinha campo, treinando na Várzea. Em 1946, o cluve filia-se à Federação Gaúcha de Futebol. No ano seguinte, participa do primeiro campeonato oficial de Santa Cruz do Sul, patrocinado pela Federação.

No dia 8 de junho de 1950, o Avenida inaugurou o Estádio dos Eucaliptos em partida com o Grêmio. Vitória dos visitantes pelo placar de 13 a 2.

No anos 1960, um fato, no mínimo, curioso: o Avenida teve um padre como jogador, Orlando Francisco Pretto, que atendia a Várzea. No início dos anos 1970, o Avenida fundiu-se ao seu maior rival, Santa Cruz, devido a uma crise financeira existente em ambos os clubes. Formou-se a Associação Santa Cruz do Futebol, que vestia as cores amarelo e azul. Diante da resistência do Avenida, o uniforme foi modificado para verde e preto, porém a fusão não prosperou. O Avenida ficou com seu Departamento de Futebol parado entre 1990 e 1997, com atividades apenas sociais.

Em 1998, o Avenida retomou aos gramados, disputando a Série C do Campeonato Gaúcho. Acabou com o Vice-Campeonato, garantindo assim acesso à Série B do Gauchão. No ano seguinte, o clube fez uma boa campanha e foi promovido a Série A do Campeonato Gaúcho. Como naquele ano, as equipes classificadas da Série B entravam direto na 2ª fase do Gauchão Série A, o Avenida entrou direto nas oitavas-de-final, para enfrentar o Grêmio. No primeiro jogo, o Avenida ganhou o por 1x0, gol do meia Marquinhos e bela atuação de um jovem promissor Rodrigo Leite. No jogo de volta, porém, o Grêmio venceu por 3-0, levando a partida para a prorrogação. Aí, nova vitória do Grêmio, por 2-0.

Em 2000, o Avenida finalmente estava na Série A do Campeonato Gaúcho. Entretanto, a equipe teve problemas durante a competição, e acabou rebaixada novamente a Série B. Ainda em 2000, a equipe disputou a Série B, garantindo nova vaga na Série A, através da repescagem. Mas, em 2001, o clube foi mais uma vez rebaixado para a Série B. Sofreu 6-1 do Novo Hamburgo, o que garantiu sua ida à chamada "Segundona", entrando em séria crise financeira. Oito anos depois, porém, voltou à série A, ao vencer o São Paulo por 3-0.

Títulos

Vice-Campeonato Gaúcho 2ª Divisão: 1964 e 1998.
Copa Integração Vale do Rio Pardo e Vale do Taquari: 1985.
Copa RBS - 150 Anos de Imigração Alemã: 1999.
Copa AVE-CRUZ: 1999.

Grêmio Esportivo Sapucaiense


Nome: Grêmio Esportivo Sapucaiense
Alcunhas: Rubro-negro, Sapuca, Sapo
Mascote: Sapo
Fundação: 28 de julho de 1941
Estádio: Arthur Mesquita Dias
Capacidade: 3.000 pessoas
Presidente: Ibanor Catto
Treinador: Helton Petry

O Grêmio Esportivo Sapucaiense é um clube de futebol brasileiro da cidade de Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul. Suas cores são o vermelho e o preto.

História

O Grêmio Esportivo Sapucaiense foi fundado em 28 de julho de 1941, após o fechamento do Grêmio Esportivo Iraí, clube fundado em 1936, de cores vermelho e preto, do qual o Sapucaiense herdou os uniformes e o campo, situado no mesmo lugar onde hoje localiza-se o Arthur Mesquita Dias.

De sua fundação até o ano de 2004, o Sapucaiense foi um clube amador que se destacava nos campeonatos municipais de Sapucaia do Sul, rivalizando com equipes amadoras tradicionais da cidade. Seus principais adversários eram o Vera Cruz, a Vila Vargas, o Sial e o Taurus, times com os quais o Sapucaiense disputava acirrados clássicos.

Ao longo dos anos o Sapucaiense foi se destacando e passou a disputar competições oficiais da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) com suas equipes das categorias de base.

Em 1999 a FGF lançou um campeonato estadual amador entre cidades para garotos com idade até 21 anos, denominado Copa Sul 21. O Sapucaiense representou Sapucaia do Sul e foi campeão.
Essa ascensão do Sapucaiense culminou com a sua profissionalização em 2005, quando passou a disputar o Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão e a Copa FGF.

Já em 2005, no seu primeiro ano como profissional, o Sapucaiense chegou à fase semifinal do Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão e demonstrou competência como estreante.

Em 2006 o clube ficou em 17º lugar na 2ª Divisão, mas fez uma boa campanha na Copa FGF, sendo eliminado apenas nas quartas-de-final pela equipe B do Grêmio, que sagrou-se campeã do torneio.

Mas o grande acontecimento na história do Sapucaiense ocorreu em 2007. Nesse ano o clube foi campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho, marco que fixou o rubro-negro de Sapucaia do Sul no cenário do futebol profissional do Rio Grande do Sul e garantiu o acesso do clube, pela primeira vez, à 1ª Divisão do Gauchão.

No Gauchão de 2008 o Sapucaiense fez uma campanha excelente, acima das expectativas de um estreante na 1ª Divisão e encerrou o campeonato num honroso 6º lugar. Uma campanha histórica para o clube e para a cidade.

Porém, no Gauchão de 2009 o Sapucaiense fez uma campanha irregular, muito abaixo das expectativas projetadas, e terminou a competição em 15º lugar, retornando para a segunda divisão.

Títulos

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 2007.

Associação Atlética Guarany


Nome: Associação Atlética Guarany
Alcunhas: Galo do Sertão
Mascote: Galo
Fundação: 1 de janeiro de 1940
Estádio: Caio Feitosa
Capacidade: 3.000 pessoas
Presidente: Pedrão da Churrascaria
Treinador: José Januário de Souza

A Associação Atlética Guarany é um clube de futebol brasileiro da cidade de Porto da Folha no estado de Sergipe. A equipe participa da primeira divisão do campeonato estadual.

História

Fundado em 1 de Janeiro de 1940, o Guarany era composto por jovens daquela época tendo como um dos seus fundadores o Sr. Maneca Ciriaca.

Defendendo as cores verde e branca, foi o primeiro time de Porto da Folha a ser constituído por uma direção e por um quadro de sócios. O estatuto do clube foi feito em 1979 pelo então presidente Genildo que era atleta do clube e filho de seu Maneca Siriaca. O clube foi profissionalizado em 1988 ano que foi Campeão Sergipano da Segunda Divisão na época administrado por Luiz Gonçalves Lima (Luiz Negrinho).

A Associação Atlética Guarany, como é oficialmente conhecida, já teve vários momentos difíceis como qualquer outro clube do interior sergipano, mas um dos momentos mais difíceis foi quando um ex-funcionário recorreu à justiça para receber seus vencimentos atrasados e como o clube não tinha condições de efetuar o pagamento, teve pela justiça seus bens penhorados para quitar o pagamento com o referido funcionário.

Na época a direção convocou a sociedade portofolhense e os torcedores do clube, sendo criado o Título de Sócio Proprietário onde cada torcedor teria uma parte do patrimônio do clube. Foram vendidos vários títulos do terreno que hoje é a sede social do clube, sendo cadastrados em torno de 100 torcedores proprietários, de modo que a dívida foi paga e hoje a sede do clube ainda existe, só que seus proprietários são os próprios sócios do clube. Um dos fundadores do clube recreativo do Guarany foi o Sr. Ivo Barros. O Guarany começou a participar do Campeonato Sergipano da Segunda Divisão na década de 80 onde, com atletas da própria cidade e das cidades vizinhas, foi Campeão da Segunda Divisão. Em 2009, o clube disputou a Primeira Divisão do Campeonato Sergipano de Futebol.

Títulos

Campeonato Sergipano - Série A2: 2 vezes 1988 e 2001
Torneio Início: 1990

América Futebol Clube (Sergipe)


Nome: América Futebol Clube (Sergipe)
Alcunhas: Tricolor da Ribeirinha
Mascote: Cavalo Alado
Fundação: 8 de agosto de 1942
Estádio: Durval Feitosa
Capacidade: 3.000 pessoas
Presidente: Joaquim Feitosa
Treinador: Edmilson dos Santos

O América Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Propriá, no estado do Sergipe.

História

O América foi fundado em 8 de agosto de 1942 a partir de uma dissidência do Esporte Clube Propriá, seu atual rival. As cores escolhidas para seu uniforme foram o verde, o vermelho e o branco.

Apesar de ser fundado em 1943 passou a atuar no futebol profissional apenas a partir de 1960 a partir de mudanças na Federação Sergipana de Futebol quando então os atletas passam a assinar contratos de trabalho. O clube teve seu grande momento na Década de 60 sendo vice em 1965 e campeão estadual em 1966. Em 2007 quebrou um jejum de 41 anos, voltando a conquistar o estadual da primeira divisão.

Curiosidades

Em 1965 o América perdeu o título estadual para a Associação Desportiva Confiança, em pleno Estádio José Neto, em Propriá, perdendo pelo placar de 1 X 0. Coincidentemente os soldados do exército foram convocados para dar "segurança ao árbitro e bandeiras" e aos torcedores que ficaram calados do início ao fim do espetáculo.

Em 1966, o tricolor da ribeirinha foi a Aracaju e em pleno Estádio Proletário (casa do adversário) deu o troco e sagrou-se campeão.

Títulos

Estaduais

Campeonato Sergipano: 2 vezes — 1966 e 2007.
Campeonato Sergipano - Série A2: 2006.
Torneio Início: 1965.

Outras conquistas

Copa Banese de Campeões: 2007

Ranking da CBF

Posição: 291º
Pontuação: 2 pontos

Tocantinópolis Esporte Clube


Nome: Tocantinópolis Esporte Clube
Alcunhas: TEC, Verdão do Norte
Mascote: Papagaio
Fundação: 1° de janeiro de 1989
Estádio: Ribeirão
Capacidade: 10.000 pessoas
Presidente: Josivan Amaral
Treinador: Aguilar Lima

O Tocantinópolis Esporte Clube, mais conhecido como Tocantinópolis ou apenas TEC, é um clube de futebol brasileiro do estado de Tocantins. Sua sede fica na cidade de Tocantinópolis. Foi fundado no dia 1° de janeiro de 1989. Seu uniforme é todo verde. Manda seus jogos no estádio João Ribeiro, mais conhecido como Ribeirão, que tem alojamentos, piscina e capacidade para 10 mil pessoas. Manda também alguns jogos no Estádio Lauro Assunção, que é o estádio Municipal. O TEC é o time com maior torcida e estrutura do Tocantins.

Títulos

Estaduais

Campeonato Tocantinense: 2 vezes 1993 e 2002

Outras conquistas

Torneio Pref. Luis Carlos Noleto (Imperatriz-MA): 1997.
Copa Tocantins: 1990 e 2004.

Categorias de base

Campeonato Tocantinense de Juniores: 1994, 1999, 2005 e 2006.
Campeonato Tocantinense Sub-17: 2005.

Ranking da CBF

Posição: 219º
Pontuação: 8 pontos

Clube Recreativo e Atlético Catalano(CRAC)


Nome: Clube Recreativo e Atlético Catalano
Alcunhas: Leão, Leão do Sul.
Mascote: Leão
Fundação: 13 de Julho de 1931
Estádio: Genervino da Fonseca
Capacidade: 12.000 pessoas
Presidente: Roberto Silva
Treinador: Ney da Matta

O Clube Recreativo e Atlético Catalano (CRAC) é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Catalão, no Estado de Goiás. Suas cores são o azul-claro (ciano) e o branco. Seu mascote é o leão. É a única equipe do interior do Estado de Goiás a ganhar mais de uma vez o título estadual da divisão principal e também que mais participou da decisão, (4 vezes), sendo vice-campeão em 1969 e 1997.

História

O CRAC é o clube de futebol mais antigo do Estado de Goiás, foi fundado no dia 13 de julho de 1931, disputando inicialmente somente torneios locais. Conquistou a segunda divisão goiana em três oportunidades e a Primeira Divisão em duas oportunidades. É também uma das equipes que mais vezes disputou a Segundona estadual: 14 vezes, ficando atrás somente do Goianésia Esporte Clube, que participou em 19 ocasiões, e do Monte Cristo Futebol Clube, de Goiânia, que disputou o torneio 15 vezes.

Em 2007, o clube terminou em 5º lugar o Campeonato Goiano, sendo convidado pela CBF para disputar o Série C. E enfrentando outros 63 times, não decepcionou: apesar de não conseguir o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B, terminou entre os 5 primeiros, à frente de equipes tradicionais como o Guarani (SP), o Paysandu (PA) e o Joinville (SC).

Em 2009, o clube terminou em 2º lugar no grupo A do Campeonato Goiano, se classificando, assim, para o Brasileirão 2009 - Série D.

Títulos

Estaduais

Campeonato Goiano: 2 vezes 1967 e 2004
Campeonato Goiano - 2ª Divisão: 4 vezes 1965, 1987, 2001 e 2003

Campanhas de destaque

Vice-campeonato Goiano: 2 vezes 1969 e 1997

Torcidas organizadas


  • Comando azul

Personalidades

Jogadores famosos


  • Alex Dias

  • Rômulo

  • Sandro Goiano

  • Vítor

Técnico famoso


  • Evair

  • Vacil - Preparador de goleiro (Preparador de goleiro das categorias de base da Seleção Brasileira de Futebol)

Rivalidades


  • CRAC vs Anapolina

  • CRAC vs Atlético Clube Goianiense

  • CRAC vs Goiás

  • CRAC vs Itumbiara

  • CRAC vs Morrinhos

  • CRAC vc Novo Horizonte

  • CRAC vs Vila Nova

Patrimônio

Estádio Genervino Evangelista da Fonseca

O Estádio Genervino Evangelista da Fonsecak (homenagem ao ex-deputado federal que doou o terreno para a construção do estádio), localiza-se na cidade de Catalão, no interior do estado de Goiás, Brasil. É um dos estádios mais antigos ou o mais antigo de Goiás e o primeiro a ter o campo de jogo totalmente gramado.

Além do J.K. em Itumbiara (Itumbiara Esporte Clube) é o único do interior goiano com placar eletrônico, além deles, somente o estádio do Goiás Esporte Clube e o Estádio Serra Dourada, que ficam na capital goiana possuem placar eletrônico. É o único do interior do Centro-Oeste que possui carro-maca para transporte de jogadores contundidos ou lesionados. Apesar de pertencer ao CRAC, atualmente o estádio é administrado pela Prefeitura Municipal de Catalão através de um contrato de comodato.

É a maior praça de esportes do sudeste goiano. Nele são disputados jogos do Campeonato Goiano de Futebol e do Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C, além dos campeonatos amadores de Catalão e da região do entorno de Catalão. Em 2007, não pôde abrigar os jogos da terceira fase da série C do Campeonato Brasileiro.

Com a ajuda da comunidade através de doações e mão-de-obra, hoje tem capacidade para 12.000 espectadores. O estádio possui um gramado regular, 13 cabines para imprensa e tribuna de honra

Ranking da CBF

Posição: 173º
Pontuação: 23 pontos

Gentilândia Atlético Clube


O Gentilândia Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol extinto, da cidade de Fortaleza, capital do estado de Ceará.

História

O Gentilândia Atlético Clube foi fundado em 1º de janeiro de 1934 por um grupo de desportistas formado pelos senhores Oton Sobral, Moacir Machado, Jandir Machado, Paulo Araújo, José Lemos, Raimundo Cals, dentre outros. Naquele mesmo ano, disputou um certame promovido pela Associação dos Desportos do Ceará - A.D.C. Nesta época o time estava atrelado ao "Clube Social Gentilândia" construído pelo Coronel José Gentil Alves de Carvalho (o então dono de boa parte das terra do bairro Gentilândia). Sua sede ficava na rua Rodolfo Teófilo, atual Waldery Uchôa.

Entretanto no ano seguinte, após desentendimentos entre a direção da A.D.C. e os dirigentes do clube, o Gentilândia passou a disputar apenas partidas amistosas suburbanas. Essa situação permaneceu até 1937, quando o clube suspendeu suas atividades futebolísticas.

Em 1938 foram reativadas as atividades, ainda em canchas suburbanas, com um esquadrão denominado "Leão do Subúrbio". No ano de 1943 o Gentilândia viu-se mais uma vez forçado a suspender suas atividades. O Gentilândia, por estar situado próximo ao campus do Benfica da Universidade Federal do Ceará, ficou conhecido como "Clube dos Acadêmicos".

Primeira Divisão Cearense e títulos

O Gentilândia retomou mais uma vez suas atividades já em 1944. Quatro anos depois o clube foi convidado a disputar o principal campeonato de futebol profissional do estado, promovido pela Federação Cearense de Desportos (posterior Federação Cearense de Futebol).

Em 1956 o Gentilândia ganhou o seu primeiro e único título de Campeão Cearense de Futebol. O jogo que deu o título ao clube foi a vitória sobre o Ceará por 1 a 0. O gol foi marcado por Pipiu e o técnico chamava-se Jombrega. A equipe foi a campo com: Pedrinho, Quixadá Becil, Lamparina, Célio, Teófilo, Edílson, Pipiu (o capitão), Fernando Santos, Fernando Sátiro e Marcos.

Como o campeonato estadual daquele ano foi muito conturbado, não tendo sido realizado o segundo turno, a FCD proclamou o Gentilândia como campeão apenas em 13 de Março de 1957. A entrega de faixas aconteceu no dia 24 daquele mês. Nesse evento, o Gentilândia já ostentava em seu uniforme as nova cores rubro negras. O Gentilândia conseguiria ainda outro título profissional, ao vencer o Torneio Início de 1959.

Segunda Divisão e o ocaso definitivo

Os anos após a conquista de 56 foram marcados por sucessivas campanhas ruins. Como resultado, em 1966 o Gentilândia viu-se obrigado a disputar a recém-criada Segunda Divisão do Campeonato Cearense. Após perder as três primeiras partidas, o time abandonou a competição, ausentando-se também da edição no ano seguinte. O clube ainda participou uma vez mais da segunda divisão, em 1968, ficando outra vez em último lugar.

Ainda em 1968 o Gentilândia Atlético Clube desvinculou-se à Federação Cearense de Futebol e pôs fim definitivo às suas atividades.

Fases do Gentilândia Atlético Clube

Primeira Fase - durou o período de 1934-1937, com participações em torneios suburbanos e competições da A.D.C.

Segunda Fase - entre 1938-1943, exclusivamente em competições de subúrbio.

Terceira Fase - estendeu-se entre 1944-1958 e foi o último, maior e mais relevante momento do clube.

Cores e símbolos

Durante as suas dus primeiras fases, o Gentilândia tinha o branco e o anil como cores oficiais. Estas cores deram lugar ao preto e ao vermelho a partir de 1957, já na terceira fase.


A respeito da mudança de cores, Pedro Simões, ex-goleiro da equipe, comenta: "Infelizmente tinha na diretoria do Gentilândia uns torcedores apaixonados pelo Flamengo e achavam que o Gentilândia, por ser um clube simpático, mudando as cores para rubro-negro teria mais adeptos, mas foi uma desilusão. Descaracterizou o Gentilândia que desde sua origem era azul e branco,, ele passou a ter outra identidade, o clube foi campeão do Torneio Início em 1959, manteve boas equipes, mas não era o Gentilândia azul e branco,, não era o mesmo e o Gentilândia morreu vermelho e preto".

O leão tornou-se uma espécie de mascote da equipe a partir da segunda fase do time, quando o Gentilândi ficou conhecido nos torneios suburbanos que disputava como "O Leão Suburbano".

Títulos

Campeonato Cearense: 1956.
Torneio Início do Ceará: 1959.

JV Lideral Futebol Clube


Nome: JV Lideral Futebol Clube
Alcunhas: Trator do Camaçari
Mascote: Trator
Fundação: 30 de abril de 1994
Estádio: CT Wálter Lira
Capacidade: 1.200 pessoas
Presidente: Wálter Lira
Treinador: Sandow Feques

O JV Lideral Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Imperatriz, no estado do Maranhão.

O JV Lideral surgiu como clube profissional no ano passado quando disputou a 2ª divisão do Campeonato maranhense e foi o vice-campeão, perdendo o título para o IAPE. Antes, a equipe disputava apenas o campeonato amador de Imperatriz. As cores do JV Lideral são o amarelo, vermelho e branco.

História

O JV Lideral Futebol Clube, fundado no dia 30 de abril de 1994 na cidade de Imperatriz no Maranhão, conhecido carinhosamente como Trator do Camaçari, nasceu como um clube amador, porém com a missão de ser um clube de futebol profissional, revelando jogadores para o mercado do futebol brasileiro e mundial. Muito mais que isso, ser uma forma de entretenimento a população da cidade e da região Tocantina, atingindo também todo Estado do Maranhão, Pará e Tocantins, tendo hoje como seu Presidente e Proprietário o empresário Walter dos Santos Lira.

Estrutura

O Centro de Treinamento do JV Lideral está situado a 8 km do centro da cidade de Imperatriz-MA, a 10 minutos do aeroporto local. Possui uma área de 19,8 ha, e é composta por 2 campos de futebol, uma quadra de areia para fortalecimento dos atletas, alojamento para 40 atletas, vestiários, refeitório, área de lazer e jogos, um centro de recuperação intensivo com todos equipamentos de fisioterapia de última geração, 1 ônibus de viagem para longas distancias, 1 micro ônibus para pequenas distâncias. Para o ano de 2009 iniciaremos a construção de mais 3 campos de futebol, academia completa, construção dos escritórios do clube e ampliação dos alojamentos para as categorias de base.

Copa do Brasil 2010

O JV Lideral estreou em competições nacionais enfrentando a Ponte Preta pela Copa do Brasil 2010, no Estádio Panelão, a partida acabou empatada em 0 a 0. No jogo de volta, realizado em Campinas, no Estádio Moisés Lucarelli, a equipe acabou derrotada por 4 a 0, sendo eliminada da competição.

Títulos

Estaduais

Campeonato Maranhense: 2009

Outras Conquistas

Vice-Campeonato Maranhense - Segunda Divisão: 2008
Campeonato Maranhense 1º Turno - Copa União de Futebol: 2010

Títulos como amador

Nos anos de 1995 a 2002, o JV Lideral apenas participava de competições MASTER, com atletas renomados que já jogaram em grandes equipes, dentro e fora do pais, sendo destaques em todos esses anos.

Campeão da Segunda Divisão (Amador): 2003
Campeão da Primeira Divisão (Amador): 2004
Campeão Junior: 2004
Vice Campeão Juvenil: 2005, 2006
Campeão Junior: 2007
Campeão Juvenil: 2008

Origem do nome

JV significa João Vicente. São as duas iniciais do nome do filho do presidente do clube, o empresário Wálter Lira. Lideral é o nome da empresa do presidente do clube.

Escudo

O escudo do JV Lideral é inspirado no escudo do Barcelona da Espanha.

Mascote

O JV Lideral tem como mascote um trator. Pois, a empresa Empreendimentos Lideral, que banca o time, é do ramo de terraplanagens e de demais serviços com o uso de tratores e equipamentos semelhantes.

Sociedade Imperatriz de Desportos


Nome: Sociedade Imperatriz de Desportos
Alcunhas: Cavalo de Aço, O Mais Querido, Alvirrubro
Torcedor: Cavalíno, Colorado
Mascote: Cavalo
Fundação: 4 de Janeiro de 1962
Estádio: Frei Epifânio
Capacidade: 10.700 pessoas
Presidente: Léo Cunha
Treinador: Vinícius Saldanha

A Sociedade Imperatriz de Desportos é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Imperatriz, Maranhão.

História

Fundado em 4 de Janeiro de 1962, a Sociedade Imperatriz de Desportos inicialmente chamou-se Sociedade Atlética Imperatriz. Foram mais de 38 anos com o mesmo nome, até que em 18 de fevereiro de 2000 o clube passou a ser Sociedade Imperatriz de Desportos.

O clube nunca teve muito destaque no cenário futebolístico brasileiro, contando apenas com discretas participações no Campeonato Brasileiro da Série C em 1987 e 1995.

Em 2002, uma nova administração passou a tomar conta do time e, assim, a Imperatriz passou a disputar as fases finais das competições no Maranhão. Apostando em uma equipe jovem, o Cavalo de Aço começou a incomodar Sampaio Corrêa Futebol Clube, Moto Club de São Luís e Maranhão Atlético Clube, os grandes do estado. Nos anos seguintes, a base foi mantida e apenas alguns reforços chegaram para trazer experiência ao elenco.

A fórmula deu certo em 2005, quando o alvirrubro conquistou o Campeonato Maranhense de futebol, na final contra o Moto Club de São Luís. O Cavalo de Aço venceu o segundo turno e conquistou o direito de disputar o título contra o vencedor do primeiro turno, o Moto Club de São Luís. Na final, o primeiro jogo terminou 4 a 2 para a Imperatriz e, na segunda partida, nova vitória, desta vez por 3 a 2.

Após essa conquista, o time pôde disputar a Copa do Brasil em 2006, fato que se repetiu em 2007 e 2008. Já no Campeonato Brasileiro Série C, o alvirrubro participou em 2002, 2003, 2006 e 2007. A evolução da equipe se manteve, principalmente em 2007, quando chegou ao vice-campeonatos maranhense e da Taça de São Luís.

Estádio

O Cavalo de Aço manda seus jogos para o Estádio Frei Epifânio D'Abadia, mais conhecido como Abadião, com capacidade para dez mil espectadores. Seu jogo mais importante foi a primeira partida da final do Campeonato Maranhense de 2005, contra o Moto Club de São Luís.

Títulos

Estaduais

Campeonato Maranhense: 2005

Outras Conquistas

Vice-Campeonato Maranhense: 1987, 1993, 2007
Vice-Campeonato da Taça Cidade de São Luís: 2006, 2007

Torcidas Organizadas


  • Fiel Cavalina

  • Fúria Colorada

  • Mulheraço

  • Falange de Aço

  • Júnior Campeão
Rivalidades

O maior rival do Imperatriz é o Tocantins, clube da mesma cidade, com o qual realiza o clássico "Tocantriz", a maior diferença de placar no confroto foi no Campeonato Maranhense de 24/04/1988 - Imperatriz 14x2 Tocantins, que é inclusive a terceira maior goleada da história do Campeonato Maranhense.

No povoado do Camaçari no dia 15/03/2009, foi realizado o primeiro confronto oficial da história entre JV Lideral x Imperatriz, na partida final da primeira fase do Maranhense 2009, na chave do interior, com vitória do JV Lideral por 1 x 0 Imperatriz.


Ranking da CBF

Posição: 135º
Pontuação: 42 pontos

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense


Nome: Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense
Alcunhas: Leão do Seridó
Mascote: Leão
Fundação: 1 de agosto de 1989
Estádio: Coronel José Bezerra
Capacidade: 3.500 pessoas
Presidente: Antonio Marcos "Merica"
Treinador: Netinho Matias


A Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Currais Novos, no estado do Rio Grande do Norte. Também é conhecido como Leão do Seridó. Foi fundado no dia 1º de agosto de 1989. Suas cores são vermelho, azul e branco.

História

Apresentamos no início um breve e resumido histórico da real possibilidade de nosso representante de futebol profissional continuar participando do Campeonato Estadual do Rio Grande do Norte já que, há noves anos vem participando depois de 07(sete) anos afastado, e triste seria para os torcedores fiéis e apaixonados pelo o clube, se viesse novamente ficar de fora, já que voltou através de um convite da FNF em 2002 e seria difícil a volta no futuro, já que será através de uma disputa na 2ª Divisão.

A permanência no Campeonato Estadual é muito importante para o município, servirá de lazer para desportistas e torcedores do clube, a divulgação que terá a cidade em todos os meios de comunicações em rede nacional, geração de empregos para aproximadamente 40(quarenta) profissionais e empregos indiretos em dias de jogos em C. Novos. A participação em 2009 melhorou com relação a 2008 através de um trabalho feito com planejamento e dentro das condições financeiras que o clube tem, trabalhamos com os atletas regionais e nos apresentamos melhor que 2008. A melhor campanha da história que foi agora em 2009 mudou muito a realidade administrativa do clube, fazendo com que se melhorasse profissionalmente em alguns setores como também na obrigação de se ter um elenco competitivo, já que participará pela primeira vez da Copa do Brasil 2010.

Títulos Estaduais

Vice-Campeonato Potiguar: 2009.
Taça Cidade do Natal: 2009
Campeonato Potiguar - 2ª Divisão: 2007.

Curiosidades

No dia 10 de janeiro de 2009, no amistoso festivo de 20 anos do clube, o Potyguar enfrentou a equipe do Santa Cruz de Inharé e perdeu por 2x1, destaque para o atacante Túlio Maravilha marcando o gol de honra do Leão do Seridó aos 28 minutos do segundo tempo. Atualmente Túlio Maravilha é também vereador na cidade de Goiânia.

Ranking da CBF

Posição: 343
Pontuação: 1 pontos

Esporte Clube Taubaté


Nome: Esporte Clube Taubaté
Alcunhas: Burro da Central, Gigante do Vale, Alvi Azul,
Mascote: Burro
Fundação: 1 de novembro de 1914
Estádio: Joaquim de Morais Filho (Joaquinzão)
Capacidade: 20.000 pessoas
Presidente: Ary Kara José
Treinador: Paulo César

O Esporte Clube Taubaté é um clube brasileiro de futebol da cidade de Taubaté, localizada no interior do estado de São Paulo, clube pioneiro na fundação e disseminação do futebol na região do Vale do Paraíba no início do século passado.

Disputou a Elite do Campeonato Paulista de Futebol em 1928, de 1955 á 1962 e de 1980 á 1984. e disputará o Campeonato Paulista da Série A3 (Terceira Divisão) em 2010.

O início do futebol em Taubaté

Inaugurado em 3 de abril de 1904, o Velódromo Taubateano logo passou a ser o ponto de encontro dos esportistas nas tardes dos domingos.

Sua inauguração foi marcada por uma grande festa, contando com a presença da "Corporação Philarmonica Taubateense e Jacareyense", a Banda João do Carmo, membros da diretoria do Velódromo Taubateano e do Velo Clube de Jacarey e do Dr. Pereira de Mattos, redator do jornal O Povo de Caçapava.

Os festejos da inauguração se iniciaram às 15 horas, com uma série de provas. O ciclismo era o esporte que despertava maior interesse no Estado de São Paulo. Em Taubaté era raro o domingo em que não se realizavam provas ciclistas, sempre com participação de corredores da região e da cidade de São Paulo. Sérgio Areão, Mauricio de P. Natividade, Indiani e outros eram ciclistas famosos, sempre com participações de destaques em provas válidas pelo Campeonato Paulista. Os intervalos dos páreo das provas ciclistas eram preenchidos com apresentações da Orquestra Filarmônica de Taubaté.

Nessa época, os "ensaios" de foot-ball, começavam a surgir em nosso país. A idéia de se criar a primeira equipe de futebol ocorreu exatamente no dia 10 de Junho de 1904, quando os amantes do esporte, José Pedro de Oliveira, Jayme Tindal e Frederico Livrero, se reuniram no edifício da Associação Comercial com objetivo de estudar a melhor possibilidade de se fundar uma equipe de futebol na cidade. Nesse primeiro encontro decidiu-se que a equipe ganharia o nome de "Club Sportivo Taubateense".

Fundação

Uma reunião realizada no dia 25 de outubro de 1914 estabeleceu os detalhes para a fundação do Sport Club Taubaté. No dia 1 de novembro, a primeira Assembléia Geral, realizada na residência de Francisco de Paula Pereira Barbosa, reuniu 48 sócios e estabeleceu a fundação da agremiação. A partir daí, o clube adotava o azul e o branco como as suas cores. Na ocasião, o prefeito de Taubaté, Gastão da Câmara Leal, foi escolhido como primeiro presidente do clube.

O mascote

Em 1954, o Esporte Clube Taubaté disputava o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, e tinha se classificado para a fase final. A primeira partida desta etapa foi contra o Comercial, da cidade de Ribeirão Preto, no campo do Bosque, em Taubaté.

O "Gigante do Vale", como o clube era conhecido naquela época, venceu o Comercial por 6 a 3. Porém, na ocasião, o atacante Alcino entrou em campo sem estar com a sua documentação regularizada junto a FPF (Federação Paulista de Futebol). Por este motivo, o Comercial pleiteou os pontos da derrota, sendo prontamente atendido pela entidade esportiva.

Com isto, uma charge no diário esportivo Gazeta Esportiva se referiu ao Taubaté com um desenho de um burro. O animal, que seria motivo de chacota pelas torcidas adversárias, foi carinhosamente adotada pela torcida taubateana.

A denominação "Burro da Central" já existiu desde 1955, ano em que se encerrou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1954. Não é verdadeira a informação de que o complemento do apelido "da Central" só surgiu em 1968, após a construção do Estádio Joaquim de Morais Filho. Desde o início, o apelido era "Burro da Central", pelo fato de passar por Taubaté a Estrada de Ferro Central do Brasil. Assim como já existiam a "Pantera da Mogiana" (Botafogo de Ribeirão Preto), o "Elefante da Noroeste" (C.A. Linense), também foi colocado no E.C.Taubaté, pelo jornalista Thomaz Mazzoni do jornal "A Gazeta Esportiva", o apelido de "Burro da Central".
Desta forma, os torcedores adotam o burro como mascote em camisas, bandeiras, adesivos e faixas.

Torcidas Organizadas



  • Dragões Alvi-Azul


  • Burrão Chopp


  • Comando 1914

Crise

Atualmente o clube supera uma crise deixada por admistrações anteriores. A administração Elindenberg Nascimento 2007-2008 não conseguiu reverter o caos deixado pela empresa Meca Sports, que saiu do comando do futebol no final de 2007, em cuja administração o time caiu da Série A2 do paulista para a A3, competição que disputou em 2008 e resultou em novo rebaixamento, agora para a série B, série que, em 2009, o E. C. Taubaté irá disputar.

Em 2009, sob a Presidencia de Sinival J. Inacio, que conseguiu agregar um grupo de abnegados empresários e amantes do E. C. Taubaté, o Clube começa a tomar outro rumo,com um projeto a longo prazo, que objetiva o retorno à Série A-1 do Campeonato Paulista em 2012, dois anos antes do Centenário do Clube.

No dia 8 de novembro do ano de 2009, O E.C. Taubaté retorna à série A3 do Campeonato Paulista, num jogo histórico contra a equipe do Palestra, de São Bernardo do Campo. O jogo termina em 3 a 1, consagrando o E.C. Taubaté para a disputa da Série A3 do Campeonato Paulista de 2010. O projeto Série A1 em 2012 continua...

O retorno de Gilsinho

No dia 6 de abril de 2009, Gilsinho, meia-atacante revelado nas categorias de base do Burro da Central, aceitou uma proposta da diretoria e retornou para sua cidade natal afim de ajudar no processo de reestruturação do clube que o revelou, depois de ter disputado quatro temporadas atuando no futebol da China.

Mesmo com 31 anos e recebendo propostas superiores de clubes do Paulistão e da Série B do Brasileiro, Gilsinho se dispôs a jogar a quarta divisão do futebol Paulista.

Títulos

Estaduais

Campeonato Paulista do Interior: 3 vezes 1919, 1926 e 1942
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes 1954 e 1979
Campeonato Paulista - Série A3: 2003

Categorias de base

Campeonato Paulista Sub-20 - Segunda Divisão: 1985

Bonsucesso Futebol Clube


Nome: Bonsucesso Futebol Clube
Alcunhas: Rubro-anil
Mascote: Leão da Leopoldina
Fundação: 12 de outubro de 1913
Estádio: Teixeira de Castro
Capacidade: 9.940 pessoas
Presidente: Zéca Simões
Treinador: Toninho Barroso

Bonsucesso Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro, fundada a 12 de outubro de 1913.

História

Tradicional agremiação do Rio de Janeiro pertencente ao bairro de Bonsucesso, já foi finalista do Campeonato Carioca da 1º Divisão, em 1924, quando terminou derrotada pelo Vasco na final por 1 a 0, sagrando-se vice-campeã carioca.

Sua primeira praça esportiva se localizava na Rua Uranos, inaugurada a 3 de fevereiro de 1918. A partida disputada foi Bonsucesso FC 3 x 4 River FC, cujo árbitro foi Máximo Martins. Seu segundo campo foi na Av. dos Democráticos, inaugurado a 3 de maio de 1927. O jogo preliminar foi Bonsucesso 4 x 1 Olaria e o principal, São Cristóvão AC, atual São Cristóvão FR, 4 x 2 Flamengo.

No Bonsucesso, o grande craque Leônidas da Silva, o "Diamante Negro" marcou o primeiro gol de bicicleta da história. O ex-lateral de Cruzeiro e Seleção Brasileira, Nelinho, teve o Bonsucesso como primeiro clube profissional.

O clube foi campeão estadual infantil em 1975, de foma invicta, tendo como revelação Maurício, ponta-direita que mais tarde faria o gol do título estadual do Botafogo em 1989, acabando com um jejum de 21 anos. Suas cores são azul e vermelho.

Títulos

Estadual


Vice-Campeonato Carioca: 1924.
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 6 vezes 1921, 1926, 1927, 1928, 1981 e 1984
Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 2003.
Vice-Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1920.
Campeão invicto do Torneio Valdir Benevento: 1976.
Campeão Torneio Paulo Rodrigues: 1967.

Categorias de base

Campeonato Carioca de Juniores (Sub-20): 1939.
Campeonato Carioca de Infantis (Sub-15): 1975.

Ídolos


  • Leônidas da Silva

Torcidas Organizadas



  • Torcida Rubro-Anil (T.R.A)

  • Guardioes do Bonsucesso (G.D.B)

  • Força Rubro Anil (F.R.A.)

Ranking da CBF

Posição: 160º
Pontuação: 28 pontos

América Futebol Clube (Santa Catarina)


Nome: América Futebol Clube (Santa Catarina)
Fundação: 14 de Junho de 1914
Estádio: Estádio Olímpico Sadalla Amin Ghanem Olímpico
Capacidade: 2.500 pessoas
Presidente: João Barbosa
Treinador: Wilson Klitzke – “Mala”

América Futebol Clube foi um clube de futebol da cidade de Joinville em Santa Catarina, Brasil. Fundado em 14 de julho de 1914. É o quinto maior vencedor do estadual, no ano de 1976 o clube fundiu-se com o Caxias. Dessa união surgiu o Joinville.

Fundação

O América Futebol Clube foi fundado no dia 14 de julho de 1914, por um grupo de jovens entusiastas do futebol, modalidade de esporte já conhecida e praticada em outras cidades do Brasil. A fundação ocorreu na sala de espera do então Cinema Floresta, localizado na principal artéria de Joinville, a histórica Rua do Príncipe, em frente à lateral da Catedral Diocesana e ao lado da conhecida Farmácia Vieira. A história do clube oficializa como fundadores quatorze cidadãos, a saber: Pedro Firmino de Menezes, Lázaro Bastos, José Bonifácio da Silva, Jorge Mayerle, Domingos Grassani, Otto Stein, Manoel Miranda, Manoel Soares, Casimiro Silveira, Aristides Bechara, Willy Schaever, Frederico Corrêa Lenz, Rodolfo Zimmer, Bernado Wolff. A primeira Diretoria oficialmente eleita era formada por cinco dos quatorze fundadores e mais dois novos sócios do clube, a saber: Pedro Firmino de Menezes, Presidente; Lázaro Bastos, Vice-Presidente; José Bonifácio da Silva, 1º Secretário; Gerson de Menezes, 2º Secretário; Jorge Mayerle, 1º Tesoureiro; Casimiro Silveira, 2º Tesoureiro; Edgard Schnaider, Capitão Geral. As reuniões da Diretoria eram realizadas na sala de espera do Cinema Floresta, de propriedade de Austergílio de Menezes, irmão de Pedro Firmino de Menezes, o primeiro Presidente do clube curiosamente, dois pernambucanos da cidade de Floresta, que chegaram a Joinville atraídos pelo progresso industrial e crescimento do então jovem município, de apenas 63 anos, que fora fundado no dia 9 de março de 1851.

História

Uma bem conservada “Acta da Assembléia Geral, realizada aos 21 dias do mês de março de 1915”, contém, dentre outras, estas preciosidades: “Ficou assentado dar-se estatutos à sociedade (America Foot-Ball Club), ficando incumbido de organisal-os o membro de directoria Dr. Lazaro Bastos, que para esse fim se ha de entender com o sócio Carlos Gomes ( de Oliveira) o qual, por sua vez, procurará conseguir de outras sociedades de Foot Ball os respectivos estatutos para servirem de normas aos nossos. O Campo destinado ao Ground passará por alguns melhoramentos procurando-se recortar-lhe de alguns valos para canalisar e dar evasão as águas que custumam sobrar pela chuva; e, como para esses melhoramentos são necessárias algumas despesas, está aberta entre os sócios uma subscripção para esse fim. Se essa subscripção aberta não for suficiente para atender a esse dispendeo mais uma se há de abrir, para a qual pedimos a bôa vontade dos mesmos sócios. Como é necessário, fica aberto um credito para ocorrer as despesas com a compra de uma bola. Os socios do America Foot-Ball Club, quando tiverem de apresentar-se em campo disputando match com outros, usarão o seginte uniforme: calção branco, camisa vermelha e bonnet branco. (Assinaram a ata os quatorze fundadores e Aristóbulo Dela Peña Mitre). Eis outra “acta” curiosa: “Aos 25 dias do mez de Fevereiro de 1917 presentes socios em número maior de 20 para esta Assembleia convocada pelo Presidente do America Foot-Ball Club cidadão Pedro Firmino de Menezes, por este foi aberto a secção expoz os motivos que o levaram a convocar a presente secção ou reunião extraordinaria de conformidade com a letra A do artigo 22 dos Estatutos da sociedade, esplicando que o desenvolvimento da sociedade continuava tolhido a vista do Ground achar-se completamente estragado por nelle haver Francisco Nicodemus ter praticado escavações, retirando terra e areia do terreno situado à rua do Mercado (hoje Avenida Coronel Procópio Gomes de Oliveira, complexo educacional do Senai) aonde funciona”. Assinam a ata os membros da primeira diretoria e mais os sócios Horácio Oliveira, Alfredo Schwarz, Rodolpho Magdalena, Manoel de Miranda, Eugenio de Barros, João Alves Machado, Júlio Machado, José Rocha Coutinho, José Alves Machado, Carlos Schwartz, Erich Redlich, Pedro Americo Farias, Carlos Lopes Pereira, Hercilio Gomes Corrêa, Eugenio Pereira de Macedo, J. Ribeiro, José Herminio Corrêa, João (ilegível), Osvaldo José Gonçalves).

Galeria

A sede social do América Futebol Clube desde julho/1997 é enriquecida com um Memorial, patrimônio cultural cujo acervo ostenta 150 troféus, taças, objetos, historiados, identificados, acessados a sistema de dados por computador, além de outras 40 peças, representativas de fatos, sem a devida identidade histórica. O referido Memorial apresenta uma rica Galeria de Presidentes do América Futebol Clube, do primeiro, Pedro Firmino de Menezes, período de 1914 a 1917, ao atual, João Barbosa, em 2006. Das 39 dedicadas pessoas que exerceram o cargo de Presidente do América Futebol Clube, de 1914 a 1997, ao longo de 83 anos de existência, 35 figuram na Galeria de Presidentes, faltando quatro que a atual Administração procura resgatar. Completa o Memorial América Futebol Clube uma notável coleção de fotografias identificando fatos históricos, jogos, títulos, acontecimentos, promoções, em molduras padronizadas, brancas, fundo vermelho, mostrando a história do clube desde 1915. A coleção de fotos reúne 120 quadros, identificados, memorizados em computador, com fotografias em preto-e-branco e coloridas, tendo em disponibilidade outras 40 nas mesmas condições de identificação, ainda não catalogadas em razão do dimensionamento do Memorial, às quais se juntam outras 30 não historiadas.

Antiguidades

O leque de antigüidades do Memorial América Futebol Clube é encabeçado pela “Tassa Luiz Collaço, 18/julho/1926, offerecida pela Directoria do América ao vencedor do jogo América x Hercílio Luz” relíquia que ostenta o nº 001 da coleção que compõe o acervo do patrimônio cultural do clube. A taça nº 002 registra “Ao América Futebol Clube, Guarany Ponta Grossa/PR, 14/julho/1928”. Seguem-se taças de 1929, 1933, 1935, 1937 até o ano de 1997, dos mais diversificados modelos e materiais, estilos, faixas, camisas, que se constituem em parte viva da história do América Futebol Clube. O rol de peças de antigüidades inclui uma fotografia original do primeiro time formado pelo América, 1914/1915, para jogo com o extinto Teutonia, camisa vermelha, gravata branca, bermudão branco, meia vermelha, bonés listrados de vermelho e branco, foto não colorida. A formação do time é esta: Frederico Corrêa Lenz, Rodolfo Magdalena, Willy Schaever, João Acácio de Oliveira (juiz), Jorge Mayerle, Bernardo Wolf, Otto Stein, Aristóbulo Dela Peña Mitres, Edgard Schnaider, Domingos Grassani, Carlito Gomes, Manoel Miranda Fernandes. O registro do primeiro aniversário do clube, em 14/julho/1915, edição do periódico “Gazeta do Commercio” é igualmente uma peça singela no Memorial do clube, como se vê pela foto. Outra peça antiga e histórica no Memorial América Futebol Clube, por sua originalidade, é uma foto do time rubro posando antes do jogo América 3 x 1 Savóia, levado a efeito em 1938, quando o clube contava 24 anos de fundação. A foto retrata a pequena arquibancada de madeira (Pavilhão Austergílio de Menezes), nela estando acomodada a cadela “Balalaica”, então mascote do América. O local era o campo da Rua do Mercado, atual Avenida Coronel Procópio Gomes de Oliveira, onde hoje está instalado o conjunto educacional do Senai. Por seu valor histórico é peça valiosa no Memorial América Futebol Clube, a foto documentadora do título de Campeão Estadual da Zona Norte, em 17/janeiro/1944, conquistado frente ao grande rival Avaí, de Florianópolis, Capital de Santa Catarina, em partida disputada no Campo da Rua do Mercado, vitória do América por 3x1, com o detalhe de que as duas equipes posaram juntas. Ao longo de uma existência de 83 anos (julho/1997), o América Futebol Clube registra em seus arquivos históricos, como parte do Memorial, acontecimentos que mereceram justificado destaque. Tais destaques são referências de jogos com clubes de renome no futebol do Brasil, das principais unidades federadas do País, principalmente o eixo Rio de Janeiro-São Paulo, em número elevado, o que impossibilita a descrição de todos. Um dos maiores destaques é a vitória do América Futebol Clube sobre o festejado tricolor das Laranjeiras, o Fluminense Futebol Clube, em 11/março/1951, pelo escore de 2x1. Neste ano o Fluminense veio a sagrar-se Campeão do Rio de Janeiro. A cidade de Joinville comemorava o Centenário de Fundação, 9/março/1951. O América era Campeão do Centenário e Campeão de Joinville e, meses após, Campeão do Estado de Santa Catarina, rumo ao bi. Idêntico destaque e repercussão teve o encontro amistoso realizado em Joinville, em 19/fevereiro/1957, entre América Futebol Clube e Santos Futebol Clube, de São Paulo. O destaque do encontro foi o então garoto Pelé, de 17 anos de idade, que no ano seguinte seria o astro da Seleção do Brasil, em Estocolmo, Suécia, quando o Brasil se sagrou pela primeira vez Campeão do Mundo. O América perdeu o jogo pelo placarde de 5x3, em acontecimento de repercussão nacional, pois o Santos Futebol Clube, à época, era uma equipe das mais consagradas no futebol brasileiro. Acontecimento de envergadura foi, também, a presença do Vasco da Gama, Rio de Janeiro, para jogar com a Seleção de Joinville cuja base era o América Futebol Clube. O encontro amistoso foi realizado em 21/fevereiro/1958, no Estádio Olímpico do América, com vitória vascaína pelo escore mínimo. O Vasco da Gama foi o clube que mereceu a mais entusiástica recepção em Joinville.

Relíquias

O Memorial América Futebol Clube conta em seu acervo histórico com peças que se constituem em verdadeiras relíquias. É o caso da camisa envergada por muito tempo pelo exímio craque Cocada e da faixa de Bicampeão Estadual de 1947/1948. A estas juntam-se as faixas de Bicampeão Estadual de 1947/1948 de dois outros renomados jogadores, Euclides e Renê. E a faixa de Bicampeão do Estado de 1951/1952 do fervoroso americano Euclides, ainda hoje ligado ao seu clube de coração, há mais de cinqüenta anos. Integram o rol de relíquias do clube as bolas usadas nos jogos decisivos do Campeonato de Futebol Amador de 1995/1996, vencidos pelo América e a artística faixa de campeão de 1993 da Liga Joinvilense de Futebol, categoria amador.

Internacional

O América Futebol Clube foi a primeira agremiação catarinense a realizar um encontro internacional de futebol em Santa Catarina, mais precisamente, em Joinville. Foi um jogo amistoso com o campeão do Paraguai, o Club Libertad, realizado em 1942, quando o América comemorava 28 anos de fundação e sagrava-se Campeão de Joinville. O Libertad venceu pelo escore de 6x1. América Futebol Clube tem a seu crédito o mérito de recepção ao primeiro clube da Europa a preliar em Santa Catarina. Trata-se do famoso Rapid, de Viena, Campeão da Áustria, em jogo amistoso de caráter internacional, realizado em 17/julho/1949, dentro das comemorações do 35º aniversário do América. Os austríacos venceram por 5x3, em acontecimento de grande repercussão.

Profissional

O América Futebol Clube tem duas fases distintas em seus 83 anos de existência, julho de 1997. Na condição de time profissional,levantou dois bicampeonatos estaduais, 1947/1948, 1951/1952, outro título em 1971, e um torneio estadual, em 1955, com o sabor e valor de um Campeonato do Estado, o Torneio Nelson Maia Machado,primeiro cronista esportivo de Santa Catarina, que reuniu as principais equipes de todos os quadrantes do Estado barriga-verde. Outro fato marcante na vida do América Futebol Clube, na época do profissionalismo, foi o título de Vice-Campeão de Santa Catarina, em 1953, deixando escapar o tricampeonato, diante do Clube Atlético Carlos Renaux, de Brusque, em 13/dezembro/1953, ao perder pelo placarde de 3x2, em seu campo, em Joinville. A sucessão de títulos Estaduais na história do América Futebol Clube, na era do profissionalismo tem uma seqüência digna de nota. É o caso do título de Campeão Estadual da 4ª Zona, alcançado em 16/agosto/1959, após um jejum de sete anos, embora não represente o título máximo da temporada no âmbito estadual. Registra o Memorial América Futebol Clube, na fase do futebol profissional novo fato marcante, ocorrido em 1962. Naquele ano o América sagrou-se Bicampeão Invicto da Zona Norte do Estado, recuperando a posição de força legítima no futebol de Santa Catarina. A trajetória do América Futebol Clube no cenário catarinense do futebol profissional apresentou destaque novamente no ano de 1971. Capitaneado pelo presidente Kurt Meinert, de saudosa memória, o América Futebol Clube reconquistou a hegemonia do pebol barriga-verde, sagrando-se Campeão Estadual, o último do cartel de memoráveis jornadas, na fase do profissionalismo. Ainda na fase do profissionalismo, tem destaque na vida do América Futebol Clube a brilhante conquista de tricampeão da Liga Joinvilense de Futebol, fato histórico ocorrido em 27/setembro/1953, em jogo disputadíssimo frente ao rival Caxias Futebol Clube, cujo equilíbrio de forças justificou o empate a dois gols, façanha que protagonistas do jogo, americanos daqueles tempos, guardam com carinho na lembrança, por ter sido um grande acontecimento. O período de profissionalismo do América Futebol Clube apresenta fatos significantes, envolvendo jogadores famosos. Quarentinha, ex-Seleção Brasileira, jogou no América em 1968. Beto Fuscão, Seleção Brasileira em 1976, vestiu a camisa do América em 1972. Lico, Campeão Mundial Interclubes, pelo Flamengo, em 1981, foi jogador do América em 1974/1975. Três craques, três histórias.

Amador

No ano de 1976 o América Futebol Clube desativou o futebol profissional, atendendo apelos da comunidade que ensejou fusão com o rival Caxias Futebol Clube e a fundação do Joinville Esporte Clube, pelo lapso de tempo de dez anos, findo o qual poderia ter voltado ao futebol profissional, via disputa estadual. No futebol e outras modalidade de esporte amador, o América Futebol Clube tem um verdadeiro cartel de conquistas nas mais diversificadas categorias.

Títulos

Campeonato Catarinense: 5 vezes 1947, 1948, 1952, 1971

Centro Social Esportivo(CSE)


Nome: Centro Social Esportivo
Alcunhas: Tricolor Palmeirense
Mascote: Índio Xucurú
Fundação: 21 de junho de 1947
Estádio: Juca Sampaio
Capacidade: 8.000 pessoas
Presidente: Eugênio Sampaio

O Centro Social Esportivo ou CSE é um clube brasileiro de futebol da cidade de Palmeira dos Índios, em Alagoas. Suas cores são verde, vermelho e branco.

História

O CSE foi fundado em 21 de junho de 1947, porém já existia desde o ano de 1945. Possuiu uma grande equipe na época do amadorismo, sendo difícil de ser batido em Palmeira dos Índios. Criou uma grande rivalidade com o ASA de Arapiraca no interior do Estado.

O primeiro jogo foi disputado ainda em 1945, com um time formado por Dr. Pitta, Rosival Medeiros, Athaíde, Vanutério, Ercílio Luz, Luiz B. torres, Antônio Maia, Luis, Firmino Passos, Pedro Horácio, Oscar e Nezinho (1/2 Tostão), dentre outros. O primeiro presidente foi Nilo Barros.

A partir do ano de 1966 a disputar o Campeonato Alagoano da divisão principal. Na estréia na competição, empatou em zero a zero com o CSA no Mutange. Em 1977, o CSE decidia pela primeira vez o título do campeonato com o CRB, hove um jogo extra e o título acabou nas mãos do time da capital. No ano de 1987, um novo encontro das duas equipes e novamenmte o CRB leva a melhor.

No dia 7 de maio de 1997, o CSE mudou de nome: de Centro Social Esportivo, passou a se chamar Clube Sociedade Esportiva. A medida foi tomada pelos dirigentes para livrar o clube das dívidas que tinha com o INSS e outros credores. Inclusive o Juca Sampaio foi doado à Prefeitura de Palmeira dos Índios para que não fosse confiscado.

Em 2002, o CSE voltou à divisão especial. E como o número 7 parece ser místico na vida do CSE, após uma má campanha no estadual de 2007, o tricolor palmeirense foi rebaixado para a Segunda Divisão do futebol alagoano.

Em 2009, voltou para a primeira divisão alagoana e mais uma vez fez uma campanha fraca, mas desta vez conseguiu se manter na primeira divisão e acabou rebaixando o tradicional CSA. O Artilheiro da equipe nesta temporada foi Rogério com 9 gols.

Títulos

Vice-Campeonato Alagoano: 2 vezes 1977 e 1987
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2002.
Torneio Início: 1968.

Uberaba Sport Club


Nome: Uberaba Sport Club
Alcunhas: Colorado, Zebu
Mascote: Boi Zebu
Fundação: 15 de julho de 1917
Estádio: Uberabão
Capacidade: 20 000 pessoas
Presidente: Luiz Humberto Alves Borges
Treinador: Marcos Birigui

O Uberaba Sport Club é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Uberaba, no estado de Minas Gerais. Seu mascote é o zebu e suas cores são o vermelho e o branco.

História

Uberaba Sport Club foi fundado em 15 de julho de 1917. Os apaixonados pelo futebol da cidade de Uberaba cooperavam como podiam para alcançar uma meta: criar um grande clube. A sede do clube é o Estádio Boulanger Pucci desde a fundação do clube até hoje. Todas as partidas eram disputadas no Boulanger Pucci, mas com o crescimento da torcida, foi construído pela prefeitura o Estádio Municipal Engenheiro João Guido, ou mais conhecido como Uberabão. Por Uberaba ser a capital do Zebu, foi escolhido o boi Zebu para mascote do colorado.

Profissionalização

No dia 25 de dezembro de 1917, foi realizada a primeira partida do Uberaba SC de que se têm notícia. O jogo, contra um time amador de Araguari e terminou com a vitória do Uberaba por 3x0.

Na década de 40, a equipe do São Paulo, time do astro na época Leônidas da Silva, e o Atlético Mineiro, proporcionaram grandes partidas com o Colorado no Estádio Boulanger Pucci. Em um inesquecível jogo contra o time mineiro, brilhou a estrela de um uberabense que fez história: Wilson Frade, apelidado de "Ticrila", responsável por um dos 3 gols da vitória por 3x2.

Nos anos 50, o USC ganhou seguidamente o Campeonato do Triângulo, até voltar a disputar o Campeonato Mineiro, onde foi bicampeão do interior.

Em 1976, em sua primeira participação em campeonatos brasileiros, o Uberaba venceu o primeiro jogo em uma competição de alto nível. Em jogo válido pela terceira rodada, no dia 12 de setembro de 1976, o Uberaba derrotou a Portuguesa de Desportos, com um gol do lateral Alfinete.

No Campeonato brasileiro de 1977, ocorreu uma das mais vibrantes vitórias do Uberaba Sport Clube em todos os tempos. Com dois gols de Naim e dois de Paulo Luciano, o USC venceu o Santos. O resultado final foi 4x1 para a equipe mineira, no jogo realizado em 23 de Novembro. O time acabou na 38º posição.

Em 6 de março de 1983, o Uberaba foi goleado pelo Guarany de Sobral e precisando vencer por três gols de diferença para avançar na Taça de Prata. Apesar das dificuldades, o Uberaba venceu o Santa Cruz por 5x0 e classificou-se.

O Uberaba Sport revelou muitos jogadores juniores em 1986 sob a supervisão do treinador Zezinho e que tiveram grande destaque em Minas Gerais e São Paulo, como o ponta direta Sílvio de Uberaba que foi jogar e marcar muitos gols defendendo o Palmeiras e depois no Japão e virou Dentista, o goleador atacante com apelido de "Pancho" vindo de Miguelópolis-SP e tendo o nome real de Nagib Miguel que nos Juniores foi sempre o destaque na artilharia marcando muitos gols, estilo ofensivo parecido com o de Palhinha (ex-Cruzeiro e ex-Corinthians) e foi atuar profissionalmente em Batatais, Santa Fé do Sul, Igarapavense e Ituveravense, teve ainda Zé Rock que jogava muito bem no meio-de-campo, líder pela garra e que depois foi atuar no Grupo pop de Rock- Nós, Cássio lateral-direito muito vigoroso,aguerrido, determinado, Batatinha,se jogasse hoje poderia ser chamado de Robinho de Minas dado a sua técnica invejável, Júnior,que parecia um Cléber zagueiro só que de técnica muita mais apurada que depois foi atuar em equipes interioranas, Chocolate grande goleiro que era conhecido entre os amigos como o aranha-voadora.

Nos anos seguintes o Uberaba só não teve muito sucesso porque não manteve esta base que foi uma das melhores do Estado em 1986, que foi desvalorizada e os garotos transferiram para outras equipes com melhores condições, outros pararam por falta de condições financeiras, nesta época Uberaba era administrada por Luciano Rangel, estes juniores fizeram parte de uma das melhores histórias do Uberaba Sport Club com muitas conquistas de torneios expressivos em Uberaba,em Uberlândia, Belo Horizonte e no Estado, sendo a campeã de Juniores em 1986 em Belo Horizonte contra o Cruzeiro numa virada memorável por 3 a 1, preliminar do jogão entre Cruzeiro e Atlético-MG, gols de Zé Rock, Sílvio e Pancho.Parabéns ao técnico da época Zezinho que formou uma tremenda equipe que merecia disputar os campeonatos dos anos seguintes com esta base maravilhosa que foi uma geração de ouro nos juniores.

O Uberaba derrotou o Uberlândia, seu principal rival, dentro do Estádio Sábia com 4 a 1 com gols de Júnior, 2 de Pancho e 1 de Sílvio, venceu o América por 3 a 0 gols de Zé Rock, Cássio e Batatinha, detonou o Atlético-MG por 4 a 2 com 02 gols do Pancho, 01 do Batatinha e 01 de Odair e assim Uberaba foi mostrando a equipe, pena que no seu comando não tinha os ex-jogadores para orientarem e darem prosseguimento como os craques Toinzinho, Paulo Luciano, Zanata e muitos outros que não tinham espaço para orientarem, seria melhor investir nos garotos do que contratarem como fizeram buscando Beto Fuscão, Edu Bala (ex-Palmeiras).Tinha bons jogadores nos profissionais como Zé Humberto (hoje treinador) jogava muito,Pepe e Odair, depois ainda teve a saída de Joãozinho Maradona para o Batatais.

Nos anos seguintes, o Uberaba acabou tendo pouco sucesso, permanecendo como um mero figurante na 1ª Divisão Mineira. O clube conquistou em 2003 o Título de Campeão da 2ª Divisão Regional.

Em 2008, o Uberaba Sport Club voltou a disputar a elite do campeonato mineiro pela primeira vez após o rebaixamento de 2004. Terminou o torneio na nona colocação, numa campanha surpreendente até para os próprios torcedores.

Partidas de destaque

Algumas partidas do Uberaba ficaram marcadas na história. No Maracanã, pelas Oitavas-de-Final do Campeonato Nacional, quando o Uberava vencia o Flamengo por 2x0, mas permitiu a virada. Também outra partida merece destaque, acontecida no Uberabão, contra o Santos, na qual o time de Uberaba venceu por 4x1.

Assim como essas, dezenas de outras importantes atuações desta equipe de futebol profissional contribuíram para elevar o nome de Uberaba no cenário nacional. Atualmente, o Uberaba SC é o 73º colocado no Ranking de Clubes Brasileiros (CBF) e 5º do estado de Minas Gerais neste ranking, com o total de 159 pontos.

Recentemente o club participou da Copa do Brasil conseguindo vencer o Londrina por 1x0 em casa , e no jogo de volta por 2x0 em Londrina , após isso jogo contra o Fluminense no Uberabão mais perdeu pelo placar de 2x0 , sendo eliminado na competição em 2010 .

Títulos

Campeonato Mineiro de Futebol do Módulo II: 2003
Torneio de Acesso ao Campeonato Brasileiro: 1986
Campeonato Mineiro do Interior: 6 vezes 1966, 1967, 1973, 1980, 1981 e 1982
Taça Minas Gerais: 2 vezes 1980 e 2009
Campeonato Regional do Triângulo: 2 vezes 1954 e 1955
Copa do Triângulo: 1957
Torneio Santos Dumont: 1974

Ranking da CBF


Posição: 76º
Pontuação: 159 pontos