sexta-feira, 7 de maio de 2010

Club Sporting Cristal


Nome: Club Sporting Cristal
Alcunhas: Los Cerveceros, Los Bajopontinos, Los Rimenses, Los Celestes
Fundação: 13 de dezembro de 1955
Estádio: San Martín de Porres
Capacidade: 18.000 pessoas
Presidente: Francisco Mujica Serelle
Treinador: Víctor Rivera

Club Sporting Cristal é uma equipa peruana de futebol, fundada a 13 de Dezembro de 1955, no distrito de Rímac. Conseguiu o seu primeiro título profissional no ano de 1956. Até à data em que foi escrito este artigo conseguiu 14 títulos nacionais. A sua melhor época foi o tricampeonato dos anos de 1994, 1995 e 1996.

Em 1997, conseguiu chegar a final da Taça Libertadores da América, facto que constitui a sua melhor actuação a nível internacional, perdeu contra o Cruzeiro do Brasil.

História

O futebol começou a ser jogado de uma maneira profissional no Peru em 1954. Foi no seio da cervejaria Backus y Johnston que nasceu a ideia de se formar uma equipa profissional de futebol que a representasse. Esta ideia pareceu ser muito “simpática” mas não obteve muito apoio junto da direcção, preocupada (como é lógico) com o desempenho empresarial da cervejaria. Não foi assim, contudo, foi o Sr. Ricardo Bentín Mujica, quem se converteu no principal dinamizador desta ideia e, que desde esse momento, pôs em marcha todo o seu empenho para fazer com que essa “ideia simpática” se tornasse real. Foi apoiado pela sua mulher D. Esther Grande de Benthin que pôs a primeira pedra desta instituição.

O bairro do Rímac tinha uma equipa que jogava na liga profissional, o Sporting Tabaco um clube pequeno que nunca tinha conquistado nenhum título e que, por aqueles anos, estava com graves problemas económicos. A cervejaria tomou a decisão de “adoptar” este clube e convertê-lo no representante da empresa. O casal Bentín conjuntamente com o Sr. Blas Loredo (quem viria a ser o primeiro presidente do clube) procuram terrenos pertos da cervejaria (que se encontrava no distrito de Rímac) para que a equipa pudesse contar com infraestruturais apropriadas.

A Federação Peruana de Futebol não aceitou muito bem o facto do velho Sporting Tabaco se transformar como pretendia a Backus. Instalou-se uma polémica pública até que finalmente a 13 de Dezembro de 1955, a família Bentín ganhou a guerra. Nasceu o “Sporting Cristal Backus”. O nome “Cristal” tem origem no nome do produto homónimo mais popular da cervejaria. As instalações do recém-nascido clube estavam situadas no coração do Rimac, no bairro da La Florida e era um centro de 137,000 metros quadrados.

Naquele tempo os primeiros lugares da liga professional de futebol peruano disputavam-se entre as equipas: Alianza Lima, Universitario de Deportes, Deportivo Municipal e Sport Boys.

Os jornalistas desportivos e os seus seguidores afirmavam que o Sporting Cristal é um Clube que nasceu campeão, e tem muita razão pois conseguiram ganhar o seu primeiro campeonato na sua primeira participação. No final de 1956 obteve o título de campeão de futebol peruano. Foi uma estréia em glória para uma equipa que com o passar dos anos e com os títulos alcançados se tornou numa das quatro principais equipas do futebol peruano conjuntamente com os clássicos Alianza Lima, Universitário de Deportes e com o recente campeão internacional Cienciano.

Alguns anos depois da sua fundação, a instituição eliminou a palavra “Backus” do seu nome, sinal da independência económica alcançada e também porque actualmente é uma associação civil sem fins lucrativos.

Actualmente, as estatísticas situam-no como o terceiro clube com mayor número de adeptos do Peru logo a seguir dos clássicos Alianza Lima e Universitário de Deportes.

Desde o seu início o Sporting Cristal organizou-se como uma Associação Civil sem fins lucrativos que tinha como objectivo social a promoção de actividades desportivas a favor dos seus sócios.
No entanto, de acordo com as novas tendências que se estabeleceram no futebol peruano em Janeiro de 2005 a Associação Civil Cristal (parte social do clube) transformou-se na sociedade anônima "Club Sporting Cristal S.A.C."

Tem duas claques organizadas, a claque popular: “Extremo Celeste” e a sua claque mais antiga: “Fuerza Oriente”, cujo nome se deve ao facto de o seu lugar no estádio do Cristal se situar na sua parte Oriental.

Títulos

Internacionais

Vice-campeonato da Taça Libertadores da América: 1997.

Nacionais

Campeonato Peruano: 15 vezes 1956, 1961, 1968, 1970, 1972, 1979, 1980, 1983, 1988, 1991, 1994, 1995, 1996, 2002 e 2005
Torneio Apertura: 2 vezes 1994 e 2003
Torneio Clausura: 3 vezes 1998, 2002 e 2004

Sede e estádio

Os seus jogos em casa disputam-se no Estádio San Martín de Porres situado no limite dos distritos de Rímac, San Martín de Porres e do Cercado de Lima, perto do rio Rimac. Tem capacidade total é de 20,000 espectadores nas suas quatros tribunas. Contudo, por motivos de segurança, não se utiliza a tribuna sul que dá para o rio. Assim sendo, a sua capacidade operativa é de 15,000 espectadores. Os jogos de alto risco são jogados no Estádio Nacional José Diaz.

O Clube tem a sua sede social no bairro de “la Florida” no coração do Rimac. Nele encontram-se situados os escritórios administrativos, os locais de treinos, os camarins, ginásios e a concentração da equipa principal que ali conta com as melhores condições para a prática de futebol profissional

Ídolos

Nos primeiros anos do clube jogaram nele figuras como o argentino Antonio Sacco (atacante) e o peruano Rafael Azca (goleiro).

Desde a década de 60 a equipa conta com uma importante filão de jogadores que vem das suas camadas mais jovens. A primeira geração que obteve títulos na década de 60 aparece com jogadores de qualidade como Orlando "Chito" De La Torre, Eloy Campos, José "Velita" Aquije, Carlos Gonzales Pajuelo, José "Pepe" Del Castillo, Nicolas Nieri y Fernando "El Condor" Mellan, contando ainda com outros jogadores de grande talento provenientes de outras equipas como Ramón Mifflin y Alberto “Jet” Gallardo.


As gerações intermédias podem identificar-se com a presenta de jogadores também importantes oriundos das camadas juvenis como Alfredo “El Flaco” Quezada, e algum tempo depois, Roberto Mosquera e Julio César Uribe, apelidado de “O Diamante” e considerado nos anos 80 como um dos três melhores médios da América do Sul conjuntamente com o argentino Diego Armando Maradona e o brasileiro Zico.

Durante a década de 90, uma importante geração conseguiu os maiores feitos do clube e contava com a presença de Roberto "El Chorrillano" Palacios, Flavio Maestri, Pablo Zegarra, Erick Torres, Martín Hidalgo y Andrés Mendoza. Estes jogadores, oriundos das camadas juvenis aliados a outros nacionais como Jorge Soto e Nolberto Solano e os estrangeiros “Julinho”, Julio César Balerio e Pedro Garay formaram o que viria a ser considerada pelas estatísticas, pela imprensa especializada e pelos adeptos peruanos como a melhor formação do Sporting Cristal entre 1994 e 1997.

Atualmente a equipa mantêm a tradição de formar jogadores através das suas camadas mais jovens como os actuais Carlos Zegarra, Erick Delgado, Miguel Villalta, Alberto Rodriguez, Hamilton Prado, que com jogadores de qualidade como o ponta-de-lança Luis Alberto Bonnet formam a actual linha da equipa.

Uniforme

O Sporting Tabaco tinha camisas azuladas. O Sporting Cristal manteve a cor das camisas com uma ligeira variação passando do azulado para o azul celeste. Durante um breve período entre 1979 e 1981, a camisa voltou a ser azul eléctrico. No entanto em 1982 voltou ao azul celeste que identificava o clube.

O uniforme em casa é composto por uma camisa azul celeste, calções brancos e meias azul celeste. O uniforme de visitante é composto por uma camisa amarela, calções azul marinho e meias amarelas.

A cor da sua camisa ficaram conhecidos como “os celestes” ainda que também são conhecidos como os rimenses ou os “bajopontinos” (em referência ao distrito do Rimac chamado antigamente por “debaixo da ponte”), os cervejeiros ou a “Força Vencedora” como lhe chamam as suas claques.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Corporación Deportiva Everton de Viña del Mar


Nome: Corporación Deportiva Everton de Viña del Mar
Alcunhas: Lo Oro y Celo, Ruleteros
Fundação: 24 de Junho de 1909
Estádio: Sausalito
Capacidade: 23 mil pessoas
Presidente: Antonio Bloise
Treinador: Nelson Acosta

A Corporación Deportiva Everton de Viña del Mar é um clube de futebol do chile, da cidade de Viña del Mar. Foi fundado em 24 de junho de 1909 e joga na Primeira Divisão da liga chilena de futebol. Seu tradicional rival é o Santiago Wanderers.

História

Em 1909, um grupo de imigrantes ingleses encabeçados por David Foxley decide criar na cidade de Valparaíso um clube esportivo ao qual deram o nome de Everton, em homenagem ao clube inglês de mesmo nome, da cidade de Liverpool.

Em 1935, o clube se transfere para Viña del Mar, estabelecendo-se definitivamente ali. Entre 1936 e 1943 o clube teve um recesso para voltar somente em 1943, quando conseguiu sua entrada na liga profissional, para estrear no ano seguinte.

A década de 1950 foi uma das mais gloriosas do clube, que conquistou dois de seus quatro campeonatos nacionais (em 1950 e 1952) e ganhou o apoio da cidade, a ponto de o cassino de Viña del Mar os apadrinhar, nascendo assim seu apelido de los ruleteros.

Durante os anos 1960 e princípios dos 1970, o clube viveu uma crise que terminou com um rebaixamento em 1972. Porém, no ano seguinte, os ruleteros já voltavam à primera divisão. Em 1976, ganhou seu terceiro campeonato chileno, vindo a participar da Copa Libertadores da América no ano seguinte, no que foi sua primeira participação em um torneio internacional. Foi novamente campeão chileno em 2008 (Apertura), após uma espera de 32 anos.

Títulos

Campeonato Chileno: 4 vezes 1950, 1952, 1976 e 2008
Campeonato Chileno da 2ª Divisão: 2 vezes 1974 e 2003
Copa Chile: 1984;

Curiosidades

De acordo com o site do clube, o azul e o amarelo foram escolhidos após uma longa discussão entre os fundadores do clube, quando alguém sugeriu que fossem adotadas as cores da bandeira do primeiro navio que aportasse na cidade, e aconteceu de ser um navio sueco.

No entanto, entre os adversários do Everton, circula uma outra versão: a de que, quando o clube se mudou para Viña del Mar, um dirigente foi à Argentina para comprar uniformes para os jogadores e só encontrou os do Boca Juniors, o mais popular clube argentino. A partir de então, o azul e o amarelo teriam passado a fazer parte do uniforme oficial do Everton.

Club Provincial Curicó Unido


Nome: Club Provincial Curicó Unido
Alcunhas: Curi, Albirrojo, Torteros, La Banda Sangre
Fundação: 26 de fevereiro de 1973
Estádio: Estadio La Granja
Capacidade: 8.000
Presidente: Julio Odé Reyes
Treinador: Luis Marcoleta

O Club de Deportes Provincial Curicó Unido é um clube de futebol da cidade de Curicó, e foi fundado no dia 26 de fevereiro de 1973 tendo como origem, o Ferrobádminton de Santiago. Tem como rivais o Rangers de Talca e o Ñublense.

História

O Curicó Unido nasceu no início da década de 70. Sua origem veio do Ferrobádminton de Santiago, que no fim dos anos 60 desfez a fusão entre os clubes que formavam aquela associação, de um lado o Ferroviários e do outro o Bádminton que migrou para Curicó competindo com o nome de Bádminton de Curicó. Os dirigentes da época diziam que o nome não representava a cidade de Curicó, por essa razão no dia 26 de fevereiro de 1973 fundou-se oficialmente o Curicó Unido. No ano de 2001, fruto de más administrações, o Curicó Unido passava por maus bocados, com isso, para salvar o clube, dirigentes do Curicó Unido e do Provincial Curicó decidiram fundir os clubes para poder sobreviver financeiramente e para unificar o futebol curicano, depois da fusão o clube adota o nome de Club de Deportes Provincial Curicó Unido. No ano de 2008 o clube fez história ao subir pela primeira vez para a primeira divisão do Campeonato Chileno de Futebol, ao ser o campeão nos pontos corridos da Primera B, pela primeira vez na história, a cidade de Curicó tem um representante na primeira divisão chilena.

Títulos

Nacionais

Campeonato Chileno da 2ª Divisão: 2008.
Campeonato Chileno da 3ª Divisão: 2005.

Outras conquistas

Copa de la Confraternidad: 1991.

Jogadores famosos


  • Ivo Basay

  • Rodrigo Riquelme

Club Deportivo Magallanes


Nome: Club Deportivo Magallanes
Alcunhas: Albicelestes, Academia, Carabaleros, Manojito de Claveles
Fundação: 27 de outubro de 1897
Estádio: Estadio Santiago Bueras
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: Luis Urzúa Arredondo
Treinador: Osvaldo Hurtado

O Club Deportivo Magallanes é um clube de futebol chileno localizado na comuna de Maipú, Santiago,que foi fundado no dia 27 de outubro de 1897 com o nome de Atlético Escuela Normal só adotando o nome de Magallanes a partir de 1904.Foi o primeiro campeão chileno da história em 1933, e tem como rival o Santiago Morning, nas épocas aúreas do clube chegou a rivalizar com o Colo Colo.

História

Anos 30

Em maio de 1933, o Magallanes junto com o Colo Colo, Santiago Badminton, Audax Italiano, Green Cross, Morning Star, Union Española e o Santiago National decidem sair da Associação de Futebol de Santiago no intuito de criar uma liga profissional de futebol, que foi reconhecida pela Federação Chilena de Futebol nesse mesmo ano. No Campeonato de Apertura, o Magallanes chegou ás semi-finais, onde foi derrotado pelo Colo Colo por 6 a 4. No entanto, o time do Magallanes fez um ótimo Campeonato Oficial de 1933, onde empatou em 12 pontos com o Colo Colo, para decidir o campeão houve um jogo desempate onde o Magallanes superou o Colo Colo por 2 a 1, sendo assim o primeiro campeão chileno de futebol.No ano seguinte, com a Liga Nacional fazendo parte da Associação de Santiago, o Magallanes apesar de ser eliminado pelo Santiago National no Campeonato de Apertura fez outra vez uma campanha vitoriosa no Campeonato Oficial de 1934, onde acabou invicto com 21 pontos, sendo campeão novamente com uma campanha de 63 gols em 11 jogos, 5,73 gols por jogo.O Magallanes novamente foi campeão em 1935, superando por 1 ponto o Audax Italiano. Dessa maneira se tornando tricampeão chileno de forma consecutiva, marca que só foi igualada em 1991, quando o Colo Colo venceu nos anos de 1989, 1990 e 1991.Em 1936 e 1937, o time repetiu as boas campanhas, mas acabou sendo vice-campeão nesses dois anos, voltando a se consagrar no ano de 1938, última vez que o clube conquistou o campeonato chileno.

Clássico Magallanes x Colo Colo

Antigamente o jogo entre o Magallanes e o Colo Colo era considerado um dos maiores clássicos do futebol chileno, era o segundo em importância perdendo na época apenas para o clássico universitário.A rivalidade era grande porque em Abril de 1925 houve uma greve no Magallanes, ocasionando a expulsão do clube de alguns jovens jogadores, entre eles os irmãos Arellano, que pouco tempo depois fundaram o Colo Colo.A razão da greve dos jogadores foi para o clube tornar o futebol mais organizado, com treinos obrigatórios, treinador, uniforme e tácticas de jogo.A estréia do Colo Colo foi dura, porque o Magallanes fez uma campanha com os "rebeldes". Inclusive continuavam a chamar eles de magallónicos.O primeiro duelo entre os clubes terminou aos socos, por causa de uma falta sobre o goleiro do Colo Colo, o jogo acabou 2 a 0 para os colocolinos.Com as más campanhas do Magallanes esse clássico foi perdendo força, com a queda do Magallanes para a segunda divisão e posteriormente para a terceira divisão esse clássico virou uma lembrança do passado. Na segunda divisão o Magallanes acabou achando um novo rival, o Santiago Morning, enquanto o Colo Colo começou uma rivalidade com a Universidad de Chile que tinha virado um time sensação nos anos 60.

Títulos

Nacionais

Campeonato Chileno: 4 vezes 1933, 1934, 1935, 1938
Campeonato de Apertura: 1937
Campeonato Chileno Terceira Divisão : 1995

Municipais

Asociación de Fútbol de Santiago: 5 vezes 1908, 1913, 1916, 1920, 1921
Asociación Arturo Prat: 1909
Liga Metropolitana: 1926
Liga Central de Fútbol de Santiago: 2 vezes 1927, 1928
Campeón de Santiago: 2 vezes 1920, 1921
Copa República: 1920
Campeonato de Apertura Asociación de Fútbol de Santiago: 1931

Torneios Internacionais

Copa do Pacífico: 1949

Club Guaraní


Nome: Club Guaraní
Alcunhas: El Cacique (O Cacique), El Aborígen (Aborígenes), Aurinegros (Os Aurinegros)
Fundação: 1903
Estádio: Rogelio Livieres
Capacidade: 10.000 pessoas
Presidente: Juan Pablo Acosta
Treinador: Alberto Sialle

O Club Guaraní é um clube de futebol paraguaio fundado em 12 de outubro de 1903, na cidade de Assunção. Manda seus jogos no Estádio Rogelio Livieres, com capacidade para dez mil pessoas. Já ganhou dez campeonatos paraguaios.

É o segundo clube mais velho do futebol paraguaio. Fundado com o nome "Fútbol Club Guaraní", seu primeiro presidente foi Juan Patri. O nome do clube deriva da tribo Guaraní, uma grande parte da cultura e história paraguaia.

Cores

As cores do clube, preto e amarelo, foram propostas pelos irmãos Melina (também estavam entre os fundadores do clube) em referência as cores do Peñarol do Uruguai, onde os irmãos Melina jogaram por alguns anos.

História

O Guaraní é um dos mais tradicionais times do futebol Paraguaio e durante sua história eles venceram 10 campeonatos paraguaios e foram vice-campeões em dez oportunidades. O melhor momento do clube foi na década de 60, onde conquistaram três títulos, sendo considerada como a "Década de Ouro" pelos torcedores.

Torcida

A "Raza Aurinegra" foi fundada em 18 de janeiro de 1999 e surgiu graças a um grupo de amigos que se reuniu em um local do clube e formou um pequeno grupo para apoiar o clube.

Clássicos paraguaios

Contra o Club Olimpia, o Guaraní disputa o "clássico añejo" (o clássico mais antigo) por serem os dois clubes mais antigos do Paraguai. Ao lado do rival, são os únicos clubes paraguaios que nunca atuaram na segunda divisão.

Títulos

Campeonato Paraguaio: 10 vezes - 1906, 1907, 1921, 1923, 1949, 1964, 1967, 1969, 1984 e 1996 (Apertura).

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Club Atlético Bella Vista


Nome: Club Atlético Bella Vista
Alcunhas: Papales, Auriblancos

Mascote: Burro
Fundação: 4 de outubro de 1920
Estádio: Parque José Nasazzi
Capacidade: 15.000 pessoas
Presidente: Rubén Domínguez
Treinador: Carlos Manta Raya

O Club Atlético Bella Vista é um clube de futebol uruguaio fundado em 4 de outubro de 1920. Sua fica em Montevidéu e manda seus jogos no Estádio Parque José Nasazzi, com capacidade para 15.000 pessoas. Seu mascote é um burro.

História

Em 1981, o clube disputou a Taça Libertadores da América, compondo um grupo que tinha o uruguaio Peñarol e os venezuelanos Estudiantes e Portuguesa. Foi eliminado na primeira fase.

Em 1985, disputou novamente a Libertadores. O Bella Vista estava no mesmo grupo de Peñarol e os chilenos Colo-Colo e Magallanes. Novamente, foi eliminado na primeira fase da competição.

No ano de 1990, o clube sagrou-se Campeão Uruguaio, e obteve o direito de disputar a Libertadores do ano seguinte.

Na Libertadores de 1991, caiu no dificílimo grupo composto por Nacional, Flamengo e Corinthians. Terminou como lanterna do grupo.

Em 1993, disputou novamente a Libertadores, disputando a classificação à segunda fase com o Nacional do Uruguai e El Nacional e Barcelona, ambos equatorianos. Após uma pobre campanha, foi novamente eliminado na primeira fase.

Após uma ausência de competições internacionais por seis anos, retorna à Libertadores em 1999. E realiza uma campanha histórica: num grupo que continha Nacional, Estudiantes de Mérida e Monterrey, do México, o Auriblanco ficou em terceiro lugar, classificando-se assim para a segunda fase. Eliminou também os chilenos do Universidad Católica e passou às quartas-de-final. Mas não resistiu à força dos futuros vice-campeões, os colombianos do Deportivo Cali. Eliminado nas quartas-de-final, sua melhor campanha em Libertadores.

Sua última participação na principal competição das Américas foi em 2000. Caiu no grupo composto ainda por Bolívar, da Bolívia, Atlético-MG e Cobreloa, do Chile. Foi eliminado na primeira fase do torneio.

Títulos

Campeonato Uruguaio: 1990.
Campeonato Uruguaio da 2ª Divisão: 5 vezes 1949, 1968, 1976, 1997 e 2005
Divisão Intermediária: 2 vezes 1922 e 1959
Divisão Extra: 1921.
Liguilla Pré-Libertadores: 1998.

Uniforme

A camisa do Bella Vista representa a bandeira do Vaticano, metade amarela, metade branca. Daí vem o apelido Papales (papais, ou seja, os que seguem o papa). Devido ao fanatismo dado a Peñarol e Nacional pelas primeiras autoridades do clube, sugeriram que o uniforme tivesse as cores predominantes desses gigantes uruguaios.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Grêmio Atlético Farroupilha


Nome: Grêmio Atlético Farroupilha
Alcunhas: Fantasma, Tricolor fragatense
Fundação: 26 de abril de 1926
Estádio: Nicolau Fico
Capacidade: 5.411 pessoas
Presidente: Ewaldo José Poeta
Treinador: Silva

O Grêmio Atlético Farroupilha é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Pelotas, no Estado do Rio Grande do Sul. Foi fundado em 26 de abril de 1926. Atualmente, disputa a Segunda Divisão Gaúcha.

História

O clube foi fundado em 26 de abril de 1926 por militares e chamava-se Grêmio Atlético do 9º Regimento. Nome que foi conservado até 1941, quando o então Presidente Getúlio Vargas proibiu o uso do nome de unidades militares por entidades civis. A escolha por Farroupilha é uma homenagem ao título do campeonato estadual de 1935, a maior conquista da história do clube. O clube realiza dois clássicos na sua cidade o Bra-Far contra o Brasil e o Far-Pel contra o Pelotas.

Títulos

Campeonato Gaúcho: 1935*.
Vice-Campeonato Gaúcho: 2 vezes — 1934* e 1959.
Vice-Campeonato Gaúcho 2ª Divisão: 2004.
Vice-Campeonato Gaúcho 3ª Divisão: 2001.
Campeonato do Interior: 5 vezes — 1934*, 1935*, 1959, 1961 e 1967.
Campeonato Citadino de Pelotas: 6 vezes — 1934*, 1935*, 1936*, 1938*, 1943 e 1959.
*Com o nome de Grêmio Atlético 9º Regimento da Infantaria.

Ídolos



  • Cardeal

sábado, 1 de maio de 2010

Caiçara Esporte Clube


Nome: Caiçara Esporte Clube
Alcunhas: Leão do Piauí
Mascote: Leão
Fundação: 20 de Janeiro de 1954
Estádio: Deusdeth Melo
Capacidade: 4.000 pessoas

O Caiçara Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Campo Maior, no Estado do Piauí. Foi fundado em 20 de janeiro de 1954. Porém, a Federação de Futebol do Piauí (FFP) reconhece o dia 27 de fevereiro de 1954 como o dia da fundação do "Leão do Piauí".

História

Na década de 50, a cidade de Campo Maior tinha sua economia bastante influenciada pelo contexto do fim da Segunda Guerra Mundial. A chamada Casa Inglesa, além de outros artefatos em geral, fazia o comércio regional e a exportação do produto local de maior valor comercial neste período: a cera de carnaúba. Por volta de março de 1952, instalou-se, em Campo Maior, a Casa Morais. Esta nova loja, que vendia produtos semelhantes e concorria de forma direta com a Casa Inglesa, acabou atraindo alguns trabalhadores insatisfeitos com as condições de trabalho da Casa Inglesa. Coincidência ou não, boa parte destes trabalhadores ou eram jogadores ou faziam pare da diretoria do maior time local da época, o Comercial Atlético Clube.

Incentivados por Francisco José de Caracas - gerente da Casa Morais - estes homens resolveram fundar outro time de futebol para a cidade. Nomes como os de Fernando Vilhena, Chico Barros, Ângelo Matos, Zé Meleira, José Epifânio de Souza (Zeca) e Wilson de Araquém, Raimundo Estacial entraram para a história da fundação do Caiçara Esporte Clube como componentes da 1º Diretoria do recém criado time. A sugestão do nome "Caiçara" partiu de Fernando Vilhena, e logo teve boa aceitação entre os diretores e primeiros simpatizantes da idéia.

A ata oficial da fundação do Caiçara Esporte Clube data do dia 27 de fevereiro de 1954. Alguns fatos curiosos marcam a sua fundação, como a saída espontânea de muitos jogadores do Comercial para jogar no Caiçara. Entre os nomes, estão os de Zé Costa, Pires, Murilo, Perciliano, Mucura e Pé-de-pato.

Por muito tempo o Caiçara tinha suas despesas custeadas pela Casa Morais, através de um esforço pessoal de Francisco Caracas. A estréia do Caiçara foi contra o Comercial, numa partida que resultou num placar de 5 x 2 para o Comercial.

Após alguns jogos do time, o Caiçara já apresentava uma numerosa torcida que baseada na garra e perseverança observadas no time, logo batizou-se de "O Leão da Terra dos Carnaubais".

Títulos

Estaduais

Vice-Campeonato Piauiense: 5 vezes 1954, 1964, 1982, 1990 e 1995
Campeonato Piauiense: 1963.
Vice-Campeonato Piauiense 2ª Divisão: 2007.

Outras Conquistas

Copa do Bicentenário de Campo Maior: 1960.
Torneio Jornalista Irineu Oliveira: 1993.

Ranking da CBF

Posição: 278º
Pontuação: 2 pontos

Sport Club Penedense


Nome: Sport Club Penedense
Alcunhas: Alvirrubro Ribeirinho, Time do Velho Chico
Mascote: Jacaré
Fundação: 3 de Janeiro de 1909
Estádio: Estádio Alfredo Leahy
Capacidade: 6.000
Presidente: Sandro Feitosa
Treinador: Erandir Montenegro

O Sport Club Penedense é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Penedo, em Alagoas. É o mais antigo clube do futebol alagoano e um dos mais antigos do Brasil.

História

O Penedense foi fundado no dia 3 de janeiro de 1909. Durante muitos anos disputou os campeonatos promovidos pela Liga Penedense de Futebol como um dos mais famosos clubes do interior de Alagoas.

Na época do amadorismo, o alvirrubro do Baixo São Francisco possuía em seu plantel os grandes craques do futebol alagoano. Somente em 1962 é que veio participar do campeonato da Primeira Divisão alagoana, promovido pela FAD. Sua melhor campanha foi o vice-campeonato que aconteceu em 1966, quando decidiu o título com o CSA.

No dia 7 de março de 1971 foi realizado o Torneio Inicio, uma competição curta de jogos com 20 minutos de duração, dentro de um mesmo dia. O torneio foi organizado pela Federação Alagoana de Futebol e foi disputado no Estádio Rei Pelé. Participaram da competição, além do Penedense, São Domingos, ASA, CSA, CSE, Ferroviário, CRB e Guarany. Comandado por Marcos Lobo, o Penedense decidiu o título com o CSE e, após empatar sem gols e vencer por 3x0 nos pênaltis, foi o grande campeão.

Durante muitos anos, o Penedense ficou de fora dos campeonatos da divisão especial. Crises internas não permitiram que o clube continuasse com seu departamento de futebol. No ano de 2000, o clube se preparou para voltar à elite do futebol alagoano, através do campeonato da Segunda Divisão. Foi o campeão com méritos e ganhou o direito de ficar entre os grandes. Em 2001, realizou um excelente trabalho e ficou na 3ª colocação. Porém, o clube não repetiu a boa campanha no ano seguinte e acabou sendo rebaixado.

Em 2004, o Penedense retorna à divisão principal do futebol alagoano, ao vencer a Dimensão Saúde na decisão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão.

Títulos

Vice-Campeonato Alagoano: 2 vezes 1966 e 1969
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2 vezes 2000 e 2004
Torneio Início: 5 vezes 1964, 1967, 1969, 1971 e 1978

Clube Atlético Taquaritinga


Nome: Clube Atlético Taquaritinga
Alcunhas: CAT, Leão da Araraquarense
Mascote: Leão
Fundação: 17 de março de 1942
Estádio: Taquarão
Capacidade:19.281 pessoas
Presidente: Vitor José Bonazzi
Treinador: Napoleone Jr.

O Clube Atlético Taquaritinga (CAT) é um clube brasileiro de futebol da cidade paulista de Taquaritinga Localizada a 333 km de São Paulo. Disputa no momento a série A2 (Segunda divisão) do Campeonato Paulista.

História

Em 1942 o clube nascia tricolor, inspirado nas cores da bandeira da Itália, almejando promover o esporte na região, tão quanto elevar o nome da cidade no cenário futebolístico. Todavia, como à época o Brasil estava em campanha na II Guerra Mundial do lado oposto aos italianos, legalmente italianos e descendentes não podiam integrar altos escalões e fundar clubes de reunião. Assim, avisado pela Secretaria de Segurança do Estado, fora obrigado a alterar o branco original de suas cores pelo preto, talvez sinal de luto pela afronta. Surgia assim uma combinação de cores única em todo o país.

Até 1954 o clube permaneceu disputando os certames regionais do Campeonato Paulista do Interior. Em pouco tempo tornou-se um clube assíduo da Segunda Divisão de Profissionais. Em revés, do final dos anos sessenta ao início dos setenta, permaneceu licenciado, somente voltando à Terceira Divisão em 1974, e em um período de inconstância (do time e do número de divisões do campeonato estadual) chegou a frequentar a Quarta Divisão. A volta por cima iniciou-se em 1981 com o acesso à Segunda Divisão, culminando com o título estadual, deste nível, no ano seguinte. Enfim, em 1983, após 41 anos de sua fundação o clube alcançava a elite do futebol paulista.

O estádio

O título conquistado da segunda divisão do Campeonato Paulista assegurava uma vaga entre os melhores clubes do Estado na 1ª Divisão de Profissionais. Contudo, um empecilho se avistava ao longe, a cidade não possuía um Estádio condizível com os padrões e normas requeridos para aquela competição. Aconteceu então o fato mais significativo de toda a história do clube, e talvez do município. A população se mobilizou de tal forma, que em três meses, algo que estava fora do alcance e impedindo a realização de um sonho, enfim concretizou-se tornando o desejo dos cidadãos possível. O mutirão ergueu para a Prefeitura o Estádio Adail Nunes da Silva - no coração de todos os Cateanos, Taquarão.

O jogo amistoso de inauguração contou com um visitante ilustre, o Cruzeiro de Minas Gerais. Casa cheia, a partida ficou gravada para sempre na alma do povo taquaritinguense e na placa honorífica estampada na entrada do Estádio até os dias de hoje.

A elite

Estreando na Primeira Divisão de Profissionais, o CAT não descepcionou. Em sua chave, o Grupo B, terminou a primeira fase na terceira colocação, com uma campanha de 34 pontos em 38 jogos realizados, sendo estes 11 vitórias, 12 empates e 15 derrotas; 31 gols marcados, 42 sofridos, por pouco, assim, não se classificando para à próxima fase. Na classificação final, terminou em 12º, entre 20 times, mas seu maior feito foi a vitória, em casa, em um Taquarão com 19.194 pessoas, de 2 x 0 sobre o Corinthians de Zenon e Ataliba no dia 10 de Julho de 1983, com gols de Edvaldo - aos 12 do 1º Tempo - e Carlinhos Maracanã - aos 48 do 2º Tempo. A cidade parou com a comemoração de tamanho feito.

Na temporada seguinte, os ganhos não foram tão meritosos, ainda sim, dígnos. Todo modo, a campanha fraca de 26 pontos conquistados em 38 jogos disputados; 7 vitórias, 12 empates, 19 derrotas; 29 gols a favor, e 52 contra, num saldo negativo de 23, rebaixou o time de volta à divisão de acesso do futebol paulista. Seria o fim de um sonho?

A realidade?

De volta a divisão menor do estado, o clube permaneceu na luta em busca ao regresso na divisão de honra de 1985 até 1992, por vezes sendo eliminado na fase inicial da disputa, outras avançando, mas tropeçando nos momentos decisivos.

Desde 1990 a Federação Paulista de Futebol vinha reorganizando suas competições, diminuindo o número de clubes da Primeira Divisão, ou melhor, os redestribuindo em dois grupos, os chamados Grupo verde e Grupo amarelo em 1991 e 1992. Tal divisão favoreceu inúmeros clubes, pois tornava a divisão principal mais próxima de suas realidades. Todavia, no grupo dos clubes menores, o Grupo amarelo, que curiosamente, em 1991 contou com o São Paulo Futebol Clube, que nos anos posteriores viria a se tornar um potência mundial. Por um pequeno espaço de tempo que o time que foi campeão do mundo não jogou na grama do Taquarão.

O CAT, assim, com o título da Divisão Intermediária de 1992, como era então chamada, mas de fato era a 2ª Divisão, novamente alcançara o posto máximo do futebol de São Paulo em 1993. O campeonato foi dividido em dois grupos, chamados Grupo A e Grupo B, o CAT estava no Grupo B.

Mas a alegria durou pouco, mesmo terminando o campeonato de 1993 do Grupo B em uma posição intermediária (no geral, contando grupos A e B, foi o 23º entre 30 clubes), o clube foi rebaixado, junto de outros 13 para a segunda divisão de 1994 que aí sim se chamava Série A2, por causa do novo remanejamento da FPF, transformando efetivamente a Série A2 em uma divisão de acesso. As séries A1, A2, e A3, começaram efetivamente em 1994.

Títulos

Estaduais

Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes 1982 e 1992
Campeonato Paulista - Série A3: 1964.
Vice-Campeonato Paulista A3: 2002.
Campeonato Paulista - Série B: 1997.
Vice-Campeonato Paulista Segunda Divisão: 2000.

Outras Conquistas

Taça dos Invictos: 1957

Riograndense Futebol Clube


Nome: Riograndense Futebol Clube
Alcunhas: Periquito
Fundação: 7 de maio de 1912
Estádio: Eucaliptos
Capacidade: 4.000 pessoas
Presidente: Dilson Siqueira
Treinador: Rodrigo Bandeira

O Riograndense Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul. Foi fundado em 7 de maio de 1912. Atualmente, disputa a Segunda Divisão Gaúcha.

A melhor colocação do clube no Campeonato Gaúcho foi em 1921, quando ficou em segundo lugar, perdendo o título para o Grêmio.

Títulos

Vice-Campeonato Gaúcho: 1921.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 1978.
Vice-Campeonato Gaúcho 3ª Divisão: 2003.
Campeonato do Interior: 1921.
Campeonato Citadino de Santa Maria: 27 vezes — 1913*, 1918, 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1924, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1933, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1940, 1941, 1943, 1947, 1948 e 1952.
Campeonato do centenário de Santa Maria: 1958
Campeão dos 151 anos de Santa Maria: 2009.
* O campeonato de 1913 dividido com o XV de Novembro.

Curiosidades



  • A primeira partida internacional em Santa Maria ocorreu em 1931, Riograndense 1 x 0 Olympia (URU).


  • Na partida de inauguração oficial do Estádio dos Eucaliptos, em 14 de julho de 1935, a bola do jogo foi lançada de um avião 14-bis.


  • O Riograndense venceu uma partida amistosa sobre o Botafogo de Garrincha e Quarentinha pelo placar de 2 x 1, em 1958.


  • Em 1964, 25 vagões foram lotados pelos torcedores do Riograndense, para assistir a um jogo decisivo onde o Riograndense venceu o Nacional, em Cruz Alta,com gols de David e Jairo.


  • Em 2012 o Riograndense Futebol Clube completará 100 anos de historia, desde o segundo semestre de 2009 o estadio dos Eucaliptos vem passando por reformas para a grande festa de seus 100 anos.

Torcidas

Ferroviários '78: Única torcida do Riograndense. É um grupo de torcedores do estilo barra brava.

Rivalidade

O maior rival do Riograndense é o Esporte Clube Internacional, da mesma cidade, com quem faz o clássico "Rio-Nal".

Maior artilheiro em Rio-Nais: David (Riograndense), 27 gols em 21 jogos.
Maior goleada em Rio-Nais: Riograndense 10 x 2 Internacional.

Associação Desportiva Cabofriense


Nome: Associação Desportiva Cabofriense
Mascote: Marlim Azul
Fundação: 1 de janeiro de 1997
Estádio: Correão
Capacidade: 4.200 pessoas
Presidente: Valdemir da Silva Mendes
Treinador: Rubens Filho

Associação Desportiva Cabofriense é uma agremiação esportiva da cidade de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro, fundada a 1° de janeiro de 1997.

História

Foi criada a partir do espólio da antiga Associação Atlética Cabofriense, que fechou as portas devido a inúmeras dívidas. Seu primeiro presidente foi Valdemir Mendes e seu presidente de honra, Alair Corrêa, dá nome ao estádio no qual o clube manda os seus jogos.

Logo em seu primeiro ano de existência, a Cabofriense foi convidada pela FFERJ para participar do Campeonato Carioca da 3ª Divisão, competição na qual o clube vice-campeão. Em 1998, a Cabofriense conquistou o Campeonato Carioca da 2ª Divisão, ao vencer o Campo Grande no dia 5 de julho, pelo placar de 2 a 0 (gols de Sharle e Charles Guerreiro).

No ano de 1999, por questões trabalhistas, os sócios mudaram o nome do clube para Cabo Frio Futebol Clube. Esta seria a denominação até 2000, quando os problemas com os sócios foram resolvidos e o clube retorna ao nome de Associação Desportiva Cabofriense.

Em 2001, a Cabofriense foi rebaixada do Campeonato Carioca da 1ª Divisão. O clube retornou à elite do futebol carioca em 2002, sendo novamente campeão da Segunda Divisão estadual. O título desta vez foi obtido em um quadrangular envolvendo as equipes do Macaé Sports, Arraial do Cabo e Rio Branco.

Em 2005, sob o comando do técnico Paulo César Gusmão, a Cabofriense conseguiu chegar pela primeira vez à semi-finais da Taça Guanabara, sendo eliminada pelo Volta Redonda, que seria o campeão. Em 2006, foi novamente semi-finalista da Taça Guanabara, sendo eliminado pelo América nas decisão por pênaltis. Também chegou à inédita semi-final da Taça Rio, perdendo a vaga na final para o Madureira, também em cobranças de penalidades.

Em 2007, foi vice-campeã da Copa Rio, perdendo as finais para o Volta Redonda. Em 2009, a Cabofriense foi rebaixada novamente no Campeonato Carioca da 1ª Divisão juntamente com o Mesquita Futebol Clube.

Títulos

Estaduais

Campeonato Carioca - 2ª divisão: 2 vezes 1998 e 2002
Vice-Campeonato Carioca 3ª Divisão: 1997.
Vice-Campeã da Taça Rio - 2º turno do Estadual - 2007

Outras Conquistas

Torneio Seletivo para o Campeonato Carioca: 2001.
Torneio Otávio Pinto Guimarães (Sub-20): 2004.
Copa Amizade Infantil (Sub-15): 2003.

Torcidas Organizadas



  • Falange Cabofriense


  • Força Verde


  • Tubarões


  • Mancha Tricolor

Ranking da CBF

Posição: 183º
Pontuação: 18 pontos

Clube Esportivo Rio Branco


Nome: Clube Esportivo Rio Branco
Alcunhas: Róseo-Negro
Torcedor: Riobranquense ou Róseo-Negro
Mascote: Carcará
Fundação: 5 de Novembro de 1912
Estádio: Mílton Barbosa
Presidente: Edson Moreira dos Reis

Clube Esportivo Rio Branco é uma agremiação esportiva da cidade de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, fundada a 5 de novembro de 1912. Suas cores são rosa e preto.

História

O clube revelou Didi, o famoso inventor da "Folha Seca". Sua melhor performance, após a fusão dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, foi a 4º colocação no Estadual da Segunda Divisão, em 2002. Ganhou em 1980, o Campeonato Estadual de Juiniores da Divisão de Acesso, o primeiro título em se tratando de Divissão de base após a fusão.

O início foi modesto, como um rio de curso caudaloso que fora antes um arroio, um regato pequeno e sem importância. A agremiação foi, todavia, nos seus primeiros tempos, um regato de águas cristalinas. Não há retórica na imagem “regato de águas cristalinas”. É que a grande agremiação foi fundada por meninos, cujas idades oscilavam entre 13 e 15 anos e que pertenciam as melhores famílias de Campos.

A tonalidade rósea dos seus rostos corados e sadios determinou a escolha da cor preponderante das camisas da agremiação, por sugestão, aliás, de Yayá Linhares, irmã de Celso Linhares, um dos fundadores.

Ao lado de Celso Linhares, os meninos Custódio Barroso dos Santos, Manoel Landim, Fausto Apady da Cruz Saldanha e Brasil Castilho Leão pensaram criar um clube, pois residindo nas imediações da Praça da República, assistiam sempre os treinos do Goytacaz Futebol Clube, o que lhes despertou o interesse pelo viril esporte bretão. De início, houve a fase dos treinos despretensiosos com bola de meia. Mais tarde, apareceu a idéia de nome ao time. Todos estudantes, resolveram escolher para denominar a agremiação por eles arquitetada, em seus sonhos juvenis, a legenda Barão do Rio Branco.

Com efeito, o grande estadista brasileiro morrera em fevereiro de 1912 e os moços campistas aproveitaram para prestar uma singela homenagem ao homem que é responsável pela consolidação dos limites do Brasil. Estava, assim, fundado o clube que iria exercer um papel relevante na história do futebol campista.

A ata de fundação do CLUBE ESPORTIVO RIO BRANCO, a exemplo do Goytacaz Futebol Clube, Campos Atlético Associação e Americano Futebol Clube, não existe. A pátina do tempo se incumbiu de fazer desaparecer os documentos que contariam em sua frieza os primeiros dias de vida dessas agremiações. Os dados que relatamos foram colhidos com seus fundadores. Relatou-nos esses sucessos o senhor Custódio Barroso que, juntamente com Manoel Landim e Otacílio Barroso participaram dos primeiros tempos da grande agremiação. Depois de fundado o Clube, veio a fase mais difícil da novel agremiação, isto é, quando os meninos róseos da Praça da República deveriam enfrentar a turma adulta dos outros times.

Mesmo assim, não fizeram feio. A classe, a velocidade, e a fibra da “garotada” davam trabalho aos “barbados” que tinham que suar camisa para vencer os jovens “róseos negros”. Do time dos primeiros tempos , a tradição nos trouxe os nomes dos jogadores Firmino, Batista, Custódio Barroso, Celso Linhares, Fausto Apady, Brasil, Manoel Landim, Carolino Francisco e Otacílio Barroso.

A fase difícil, porém, parecia não terminar nunca. Quando a “garotada” cresceu e quando tudo parecia que o clube iria se estabilizar, surgiu a grande crise de 1914, quando oito integrantes da agremiação, sem dúvida, os seus melhores jogadores, liderados pelos irmãos Pamplona, deixavam o time para fundar o Americano Futebol Clube, com jogadores egressos do Luso Brasileiro e Aliança. A morte do Rio Branco foi impedida pelos valorosos Floriano Quitete, Velho Grilo e os irmãos Celso e Carlos Linhares.

As coleções dos jornais campistas da época têm perpetuada a flama desses homens que através deles deixavam claro que o seu time não morreria com o êxodo terrível, mas que seria recomposto com integrantes novos. E assim foi. E graças ao grande amor devotado as cores do time, a fase má foi vencida e três anos mais tarde, isto é, em 1917, a agremiação se transformava numa das grandes forças do futebol fluminense, levantando o Campeonato Campista daquele ano com o seu célebre time: Grain; Batista e Germano; Badanho, Velhinho, e Barreto; Otacílio(Dedé), Floriano Quitete, Velho Grilo, Antoninho Manhães e Álvaro Linhares.

A marca em relevo é, sem dúvida, a sua fibra. Esteve, em várias oportunidades, com a sua vida tumultuada por sérias crises e dissidências que, embora abalassem a agremiação nunca conseguiram deter o seu impetuoso desenvolvimento.

Teve, inclusive, em certa época de sua vida, até mesmo o “boicote” dos cronistas esportivos da cidade, o que levou os riobranquenses a fundar o jornalzinho “O Róseo Negro”, dirigido por Hélvio Bacelar da Silva, para dar notícia sobre suas atividades. Há, ainda, a dissidência que deu origem à fundação do Itatiaia Atlético Clube, dessa vez liderada pelos irmãos Bacelar da Silva, mas que não conseguiu apagar o “fogo” sagrado, aceso pela garotada corada da Praça da República!

O Itatiaia acabou após uma goleada de 17 a 0 sofrida diante do Americano e um incêndio na sede onde promovia bailes na antiga Rua da Direita, hoje, Boulevard Francisco de Paula Carneiro.

O crescimento não parou mais. Saiu da Praça da República para outros campos até adquirir, na gestão Mário Veloso – do sr. Menês dos Santos por trinta contos de réis -, os amplos terrenos da avenida Sete de Setembro, somando 12 mil metros quadrados, onde funcionou até o final da década de 70. Em 6 de janeiro de 1978, o então presidente Clóvis Expedito Arenari, apoiado pelo Conselho Deliberativo, presidido por Chaquib Machado Bechara, adquiriu a área do hoje Parque Barão do Rio Branco, com 97 mil metros quadrados ao preço de Cr$3.700.000,00 (Três Milhões e setecentos mil cruzeiros).

O primeiro campo do fundado Rio Branco Futebol Clube foi na Rua Dr. Siqueira, depois na Rua da Minhocas (hoje, Espirito Santo), passando depois para a Rua do Gás( onde funcionou o Itatiaia), Sete de Setembro e finalmente Parque Calabouço (hoje, Parque Barão do Rio Branco). Um fato marcante ajudou na aquisição dos terrenos da Sete de Setembro. Os jogadores campeões de 1928 doaram as medalhas de ouro que receberam ao Clube, dentre eles Carino Quitete, Constantino Escocard, Osvaldino Lima Ribeiro , Vicente Arenari e Mário Jobel.

Conta hoje, na sua sede do Parque Barão do Rio Branco com dois campos de futebol, o de grama nativa abriga para os treinos das categorias de base, enquanto o outro é oficial do Estádio Róseo Negro em construção.

A recente história pode ser contada a partir da mudança para o Parque Calabouço, hoje Barão do Rio Branco, mudança efetivada a partir de proposta do vereador Geraldo Augusto Venâncio. A mudança da Av. Sete de Setembro para a atual sede da avenida Senador José Carlos Pereira Pinto, ocorreu no final da década de 70, promovida pelo então presidente Clóvis Expedito Arenari.No ano de 1962 o Rosão foi vice-campeão da Zona Sul da TAÇA BRASIL,o campeão foi o Cruzeiro.

Sem recursos para a construção da nova sede, o presidente Clóvis contava com parcos recursos doados por abnegados como: Amaro Ribeiro Gomes – Matraca, Osvaldo Macedo Rodrigues, Édio Pereira, Bernardino Maria Filho, Vanildo da Silva Costa, Renê Ribeiro Gomes e por outro lado, contava com a oposição de tantos outros ferrenhos riobranquenses, contrários a venda da sede antiga, no Centro da cidade, como: Antônio José Petrucci, Miraldo Ribeiro Lima, José Carlos Lima, Fernando Campos Ribeiro, dentre outros.

O bacharel em direito Clóvis Arenari não só entrou para a história como o presidente que teve a coragem de vender uma sede em área urbana e adquirir um imenso terreno num inabitado e na época periférico bairro, como também está na história do Clube como o dirigente que mais vezes presidiu o Clube. No início dos anos 90, este mesmo Clóvis Arenari convidou o vitorioso médico, Paulo Sérgio dos Santos Machado, para candidatar-se a presidência.

O convite foi aceito e uma nova fase estava sendo inaugurada com prioridade total para o futebol. Com o apoio do próprio Clóvis Arenari e de outros desportistas como, Reginaldo Henriques Mota, José Carlos Azevedo, Édio Pereira Filho, Luiz Antônio Petrucci, Carlos Fernando Dutra de Andrade, Ramildo Rangel de Azeredo, Edward da Silva Ferreira, João Carlos Guimarães Machado, Sebastião Siqueira, José Luis de Macedo e Josaphat Ribeiro, o time dirigente passou a trabalhar muito o futebol, o que redundou no sucesso de 1983, com a conquista do Campeonato Estadual da Terceira Divisão, passando a disputar a chamada “Segundona” do Rio de Janeiro. Mas nem tudo foram flores.

Terminado o mandato de Paulo Machado ao final de 1984, em que se bateu a porta para subir para a primeira Divisão, ele se afastou do Clube, com o grupo por ele liderado, tomando o mesmo caminho. Dr. Clóvis Arenari voltou ao comando do Clube, rompendo com “Dr. Paulinho” logo em seguida. Foram dias difíceis, mas o Rio Branco ainda disputou a Segunda Divisão de 2005, marcado por duas partidas incríveis contra o Volta Redonda Futebol Clube, no Ary de Oliveira e Souza (onde o Rosão mandava os seus jogos) e no Raulino de Oliveira.

Mas o tempo passou, o Clube abandonou o futebol profissional e houve o convite ao comerciante Adauto Alves Rangel para fazer parte da diretoria, cabendo a ele a vice presidência social. Bons momentos aqueles em que o Clube passou a promover serestas dançantes, como a mínima estrutura, mas com todo o sucesso que requer uma promoção deste quilate.

Em 1992, Adauto Rangel foi eleito presidente do Rio Branco. Estava ali inaugurada uma nova fase na história do Clube fundado em 1912. Foi uma das mais unidas e atuantes diretorias já vistas no Clube. Além do presidente Adauto Rangel faziam parte do grupo diretor: Roberto Manhães (Finanças), Hélio Pinto Duarte (Administração), Domingos Loureiro (Jurídico), Demilton Sales (Patrimônio e Obras), Profª Eli Manhães Rodrigues (Social), Arnaldo Garcia (Relações Públicas e Publicidade), José Carlos Waltz (Expediente) Edward da Silva Ferreira (Esportes) e Edson Coelho dos Santos (Médico).

Grandes foram os esforços para a recuperação do tempo perdido em se tratando da sede do Barão do Rio Branco. Para a construção do Salão Social, além de doações que os próprios diretores faziam, foram promovidos jantares de adesão, churrascos, serestas e a montagem de um quadro social ativo, pois era um absurdo um clube com 7.500 sócios não ter uma receita mínima. Mas como nada tinha a oferecer aos associados além da Quadra de Futebol Nodge Etienne Samary, Campo de Futebol Soçaite Bernardino Maria Filho, a idéia evoluiu, mas sem o efeito esperado.

Mais tarde, ao fim da administração Adalto Rangel, o Salão Social era uma realidade, sendo inaugurado no mandato seguinte do presidente Demilton Sales, que foi uma cópia fiel da gestão anterior, incentivando o futebol das categorias de base, melhorando o patrimônio existente e avançando com construção dos muros dos quase 98 mil metros quadrados de área.

Membro do grupo dirigente do Rio Branco, tendo participado de todas as administrações desde a mudança para Guarus, o comerciante Edward da Silva Ferreira realizou um sonho antigo e talvez de qualquer um que seja sócio de um clube: chegar a presidência. Ainda no seu discurso de posse, no Centro Esportivo Fluminense, “Edu” como gosta de ser chamado, anunciou que não havia grandes pretensões no seu mandato, e o maior objetivo era dar projeção ao Rio Branco, incentivando as categorias de base, administrando com carinho, respeito e muito amor, seguindo o legado dos presidentes imediatamente anteriores, reconhecendo que cabia a ele o principal papel: o de não decepcionar. E o Edward não conseguiu avançar muito, mas também não decepcionou.

Títulos

Estaduais

Campeonato Fluminense de Futebol: 1961
Vice-Campeonato Fluminense: 2 vezes 1958 e 1962
Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 2 vezes 1984 e 2001
Campeão Estadual do RJ de Juniores: 1980
Campeonato Citadino de Campos dos Goytacazes: 8 vezes 1917, 1928, 1929, 1931, 1949, 1958, 1961 e 1962

Nacionais

vice-campeão Zona Sul da Taça Brasil:1962.
Campeonato Brasileiro de Juniores: 2003 (invicto).
Campeão da Copa Rio Sub-17: 2001

Ranking da CBF

Posição: 325º
Pontuação: 1 ponto